quinta-feira, 14 de agosto de 2014

SITES PARA PESQUISA

http://psicopedagogiat6unifev.blogspot.com.br/2010/11/brinquedos-africanos.html

http://desenvolturasedesacatos.blogspot.com.br/2014/02/cultura-e-arte-imagens-video-e.html

http://www.tocadacotia.com/cultura/arte/pinturas-africanas

http://emefchicomendespoa.blogspot.com.br/2011/11/africanidades-brasilidades.html

http://grafismoafricano.blogspot.com.br/

http://mundotexto.wordpress.com/2014/02/09/emprestimos-africanos-no-portugues-brasileiro/

Para refletir: Provérbios africanos
Com suas dezenas de países, contrastes sociais, diversas vegetações e climas, certamente o continente africano tem ensinamentos sábios. Os provérbios são pouco divulgados mas, especialmente para os nossos leitores, selecionamos algumas citações. Aproveitem o momento de reflexão! 

"A luz com que vês os outros, é a luz com que os outros te vêem a ti."

"A mocidade é como a água da ribeira; entregue a si própria, destroi as pontes."

"As tatuagens nas costas são conhecidas daqueles que as executam (não de quem as traz.)"

"Mata primeiro o elefante e depois arranca-lhe os pelos da cauda."

"Na água turva é que se apanha o bargue."

"O eco da primeira palavra fica sempre no coração."

"O macaco mesmo coberto com a pele dum carneiro, é sempre um macaco."

"Pouco a pouco a lagarta consegue devorar a folha da árvore."

"Padre sem sacristão, toca o sino com os pés."

"Quando dois elefantes brigam, quem sofre é a grama."

"Se passa o que é bom, também passa o que é mau."

"Trate bem a Terra. Ela não foi doada a você por seus pais. Ela foi emprestada a você por seus filhos."

"Aquele que aprende, ensina."

"Quando não existe inimigo no interior, o inimigo no exterior não pode te machucar."

"Aquele que não sabe dançar irá dizer: A batida dos tambores estão ruins."

"Lágrimas são melhor enxutas com nossas próprias mãos."

"O amanhã pertence a aqueles que se preparam hoje."

"Se sua boca virar faca, cortará seus lábios."

"As Cinzas voaram ao rosto de quem as jogou."

"Quando souber quem são os amigos dele, saberá quem é ele."

"O que é bom se vende por si só, o que é ruim faz propaganda de si."

"Um leão não se vira quando um cachorrinho late."

"Se quer saber o final, preste atenção no começo."

"O mundo não lhe fez promessas."

"Indepente se foi a faca que caiu no melão ou se foi o melão que caiu sobre a faca, o melão irá sofrer."

"Ser feliz é melhor do que ser rei."

Fonte: http://pt.wikiquote.org/wiki/Provérbios_africanos

INFLUÊNCIAS - TUDO JUNTO E MISTURADO para a colcha de retalhos

















10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO


Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014.

3ª  parte LABORATÓRIO

Distribuir material (cd) para os grupos e esclarecer o trabalho de Seminário Sobre Atendimento Especializado


SEMINÁRIO – Laboratório Atendimento Especializado
Arquivo O direito à escola acessível
1º grupo 05 de setembro
Parte 1: Compreendendo conceitos de inclusão

Parte 2: Compreendendo a acessibilidade em cada ambiente da escola

2º grupo 05 de setembro

Parte 3: Orientações gerais sobre acessibilidade espacial
Parte 4: Avaliando sua escola

Arquivo Atendimento Especializado Educacional
Deficiência Visual
3º grupo 12 de setembro
Cap. I, II, III
Arquivo Atendimento Especializado Educacional
Deficiência Auditiva
4º grupo e 5º grupo 12 de setembro
Cap. I, II, III, IV

Arquivo Atendimento Especializado Educacional
Deficiência Mental
6º grupo e 7º grupo 19 de setembro
Cap. I, II, III


Arquivo Atendimento Especializado Educacional
Deficiência Física
8º grupo 26 de setembro
Cap. I, II, III, IV, V (ATÉ ITEM 7)
9º grupo 26 de setembro
Cap. V (A PARTIR DO ÍTEM 8), VI, VII, VIII
Observação: Os grupos devem utilizar algum recurso. Não podem ler, exceto com a utilização de cartaz e/ou outro recurso que tenha algumas ideias norteadoras.
Devem entregar um pequeno texto com as ideias centrais do material para cada grupo da turma
Atenção:
O objetivo é informar futuros professores de alguns recursos e metodologias. Não se prendam a termos técnicos, mas sim, ao que possa realmente contribuir com a prática de cada um e que venha instrumentalizar, além de oferecer informações sobre os direitos dos alunos com deficiência e as condições que o professor precisa para trabalhar com a inclusão.
Sempre estamos aprendendo uns com os outros!


10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO

FOLCLORE

É o conjunto de mitos, crenças, histórias populares, lendas, tradições e costumes que são transmitidos de geração em geração, que faz parte da cultura popular.
A palavra folclore vem do inglês “folk” = povo e “lore” = conhecimento e significa sabedoria popular. (saiba mais…) O folclore é a expressão cultural mais legítima de um povo.


PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
*é popular.
*emana do saber cultural.
*constitui-se em uma tradição.
*é transmissível notadamente pela oralidade e pela prática.
*faz parte do conhecimento coletivo.
*espelha uma situação ou ação.
*tem caráter universal.
*é anônimo, pois desconhecem-se seus criadores.
*é criatividade livre e espontânea de um povo.


PATRIMÔNIO CULTURAL
O folclore como expressão do povo faz parte de sua riqueza cultural e portanto está inserido no patrimônio cultural.


PROTEÇÃO JURÍDICA
Constituição Federal
*art. 215: “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”;
*art. 216 : “Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I- as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico”.
Portanto, as crenças, lendas, tradições, costumes e tradições, são bens imateriais, que compõem o patrimônio cultural, estão protegidos juridicamente pelo texto constitucional citado. Tratam-se assim de bens imateriais difusos de uso comum do povo e que podem ser protegidos pela ação civil pública (Lei 4.3 /85). Exemplo: quando manifestações ou representações do folclore são proibidas por autoridade, lei ou ato administrativo, podem ser defendidas juridicamente.

PERTENCEM AO FOLCLORE
A mitologia, as crendices, as lendas, os folguedos, as danças regionais, as canções populares, as histórias populares, os costumes populares, religiosidade popular ou cultos populares, a linguagem típica de uma região, medicina popular, o artesanato etc.
Fonte: ifolk.vilabol.uol.com.br

10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014.

2 tempos
 PPIP

Objetivos:
Entregar a Planilha Planejador de Estágio e Recolher as assinadas pelos responsáveis;
Distribuir as Cartas de Apresentação e aceite da CRE;
Entregar as Originais de Documentos de Conclusão;
Solicitar a cópia de Aceites e Atestados dos alunos em pendência.

4 tempos 
1ª  parte LABORATÓRIO

Discutir sobre a relação entre Histórias de Vida e a História que estudamos;
Perceber que todos somos sujeitos e "escritores" de nossas histórias, por consequência, coautores da história da sociedade;
Perceber a importância do resgate da história de vida para o processo de ensino aprendizagem, assim como, de promoção e valorização da cultura popular;
Refletir sobre as implicações que uma prática problematizadora em sala de aula, ou fora dela, permite a troca, o aprendizado, o contato com a diversidade de forma construtiva e enriquecedora, além de possibilitar experiências variadas para que o aprender e ensinar sejam vividos mutuamente;
Apreciar as influências culturais;

Desenvolvimento
Sensibilizar os alunos através da história: A Colcha de Retalhos. A partir da história, discutir os itens citados, percebendo na história de cada um sua marca pessoal, e o quanto, sua marca, fica na história. Suas escolhas, sua participação na sociedade, suas opiniões etc.
Iniciar a confecção da colcha.


Observação - Foi solicitado aos alunos que pesquisassem durante a semana, as expressões culturais (patrimônio) africanas, indígenas e europeias presentes em nosso país, que para eles, sejam marcantes: citações, pinturas, desenhos, palavras etc. para a confecção de uma grande colcha de retalhos.

2ª  parte LABORATÓRIO


Recolher os questionários elaborados pela PUC sobre Patrímônio Cultural;
Diferenciar Patrimônio Cultural, Histórico  e Ambiental ou Natural


A preservação da memória de um povo está diretamente relacionada à conservação de seu patrimônio cultural. O processo de tombamento, no entanto, nem sempre é garantia de perpetuidade dessa memória, que muitas vezes se desfaz pela falta de incentivos públicos e privados. A primeira legislação brasileira que normatiza o tombamento do patrimônio cultural é o decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, que criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ainda vigora. Desde então, 676 bens arqueológicos, etnográficos, paisagísticos e históricos estão catalogados nos livros de tombo do órgão federal; outras centenas estão em tese protegidos pelos institutos estaduais e municipais. Saiba quais são esses órgãos, o que pode ser tombado e entenda o processo e suas implicações.

1. O que é patrimônio cultural?
O artigo 216 da Constituição Federal define

 patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:

I – as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV – as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.

2. O que é tombamento?
É a preservação de bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e afetivo para a população por meio de um ato administrativo realizado pelo Poder Público, que determina que certos bens serão objeto de proteção especial.



3. Quem pode tombar o patrimônio histórico e artístico?


 O tombamento pode ser feito nas três esferas de poder: federal, estadual e municipal. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é o órgão da União responsável pelo tombamento em nível federal. Nos estados, são os institutos do patrimônio histórico e artístico que podem executar essa tarefa. As prefeituras que possuem órgãos semelhantes também podem tombar um bem por meio de órgãos municipais de mesma natureza ou por meio de leis específicas ou pela legislação federal.



4. O que pode ser tombado?
Bens imóveis, áreas urbanas como centros históricos ou bairros; áreas naturais; e também bens móveis, como coleções de arte ou objetos representativos de um acontecimento histórico. Também é possível o registro do patrimônio imaterial, como o samba de roda do Recôncavo Baiano e o frevo. Além do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), algumas prefeituras e estados também possuem legislação própria sobre bens imateriais.


5. O registro de bens imateriais é o mesmo que tombamento?
Não. O registro é um instrumento de salvaguarda. Ao contrário do tombamento, cujo objetivo é a preservação das características originais de uma obra, seja móvel ou imóvel, o registro trata apenas de salvaguardar o desejo de uma comunidade em manter viva uma tradição, que pode vir a sofrer mudanças com o tempo. Um exemplo, o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras, em que o registro preserva e repassa o saber do ofício da fabricação de panelas de barro feitas na cidade de Goiabeiras Velha, no Espírito Santo, que é indispensável para se fazer e servir a típica moqueca capixaba. Os livros de registros estão divididos em quatro categorias: Formas de Expressão, Celebrações, Lugares e Saberes.


6. Que tipo de proteção ganha um patrimônio imaterial ao entrar nesses livros de registro?
O objetivo é viabilizar projetos que ajudem a manter vivo o patrimônio cultural por meio de parcerias com instituições públicas e privadas, que irão colaborar com pesquisas e projetos que devem suporte para sua continuidade. Dessa forma, tomando o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras como exemplo, pesquisas em universidades poderão ajudar a desenvolver alguma espécie de barro que substituía a substância natural utilizada na fabricação das panelas, por se tratar de um recurso natural finito.


7. Tombar um móvel ou imóvel significa desapropriá-lo?
Não. O direito de propriedade permanece inalterado após o tombamento.


8. Um móvel ou imóvel tombado pode ser vendido?
Sim. Mas, antes o imóvel deve ser oferecido para a União, para o estado e para os municípios, nessa ordem. Caso nenhum deles queira adquiri-lo, a venda para outros é autorizada.


9. É possível realizar reformas e/ou restauração no imóvel tombado?
Sim, desde que aprovado previamente pelo órgão que efetuou o tombamento.


10. Um imóvel tombado pode mudar de uso?
Depende. Para isso, é necessério que o novo uso não cause prejuizo ao bem e haja uma harmonia entre a preservação das características do edifício e as adaptações ao novo uso. É necessária ainda a aprovação do órgão responsável pelo tombamento. Há, porém, exceções, casos em que a alteração do tipo de uso não é permitida.


11. Quem e responsável pela conservação e restauração do móvel ou imóvel tombado?
O proprietário, que pode se candidatar para receber verbas de leis de incentivo à cultura ou a descontos de impostos prediais ou territoriais disponibilizados por algumas prefeituras.


12. O tombamento é a única forma de preservação?
O tombamento é apenas uma ferramenta para se preservar um bem. Apesar de ser considerada a mais confiável, existem outras formas de preservação, que é de responsabilidade da União, dos estados e dos municípios, conforme estabelece a Constituição Federal. De acordo com o Iphan, o inventário é a primeira forma para o reconhecimento da importância dos bens culturais e ambientais, por meio do registro de suas características principais. Os Planos Diretores das cidades também estabelecem formas de preservação do patrimônio, assim como a criação de leis específicas que estabeleçam incentivos à preservação.



13. Quem pode pedir o tombamento?
Qualquer pessoa pode pedir aos órgãos responsáveis pela preservação a abertura de estudo de tombamento de um bem.


14. Como acontece um processo de tombamento?
O pedido de abertura de processo de tombamento é avaliado por um corpo técnico, que vai analisar se o bem em questão tem valor histórico ou arquitetônico, cultural, ambiental ou afetivo para a população e irá encaminhá-lo ao responsáveis pela preservação. Caso seja aprovado, uma notificação é expedida ao seu proprietário e o estudo volta para o corpo técnico. Enquanto a decisão final é tomada, o imóvel fica legalmente protegido contra destruição ou descaracterizações. O processo termina com a inscrição no Livro Tombo e comunicação formal aos proprietários.


15. Os órgãos brasileiros também são responsáveis pelo tombamento do patrimônio da humanidade?
Não. Esse é o papel do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Ciência e a Cultura), integrado por representantes de 21 países, que se reune anualmente para votar as avaliações feitas por comissões técnicas da entidade. O Brasil possui atualmente 18 patrimônios da humanidade e tem o compromisso de protegê-los e conservá-los.


16. Quais bens no Brasil são considerados tombados pelos órgãos competentes?
O Brasil tem 18 bens considerados patrimônios da humanidade pela Unesco, sendo que a cidade de Ouro Preto, o centro histórico de Olinda, o Plano Piloto de Brasília e a Mata Atlântica (Reservas do Sudeste) estão entre eles. Já o Iphan tombou 676 itens, uma gama variada de bens que vai do Elevador Lacerda, em Salvador à Casa de Vidro de Lina Bo Bardi (SP). Já o Condephaat tombou edificações como a Estação da Luz (SP) e a coleção Mário de Andrade do acervo do IEB-USP. órgão estaduais e municipais têm suas próprias relações.

Fonte: Instituto do PatrimÔnio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat)









Recursos
Livro de História A Colcha de Retalhos
Barbante
Pregadores
Jornal
Tinta
Pincéis
Pano
Potes
Retalhos brancos 
Texto Pedagógico
Documentos




Conhecer o universo cultural de alunos de escolas e turmas específicas da educação básica, por meio de estímulos à reflexão sobre as relações com espaço social que os cerca, os marcos materiais e imateriais que se colocam como referenciais da memória individual e coletiva.

9º ENCONTRO PPIP 3º BIMESTRE

Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2014.

Ida à CRE

LABORATÓRIO DE CULTURA / ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Eu vi as três meninas



PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA

Brincadeiras do Sudeste: Eu vi as três meninas

Como brincar Formar uma roda maior por fora e uma outra pequena, com três crianças, dentro da grande. Todos giram, cada grupo para um lado, enquanto cantam as duas primeiras estrofes da música. Quando chegam em "tindolelê", as que estão no centro se viram e dançam uma espécie de frevo em frente a três amigos que estão na roda maior. Ao terminar, trocam de lugar.
Ouça a música e acompanhe a letra
"Eu vi as três meninas na janela da escola / Esperando o 5º ano para ver se tinha prova / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá! / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá!"

LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Dom Frederico



PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA

Brincadeiras do Sudeste: Dom Frederico


Como brincar Olhos nos olhos, respira fundo e vai... Começa-se batendo as palmas e fazendo os gestos devagar. Com cuidado, todos vão aumentando a velocidade para não errar. Duas ou quatro pessoas brincam juntas e várias duplas podem ficar lado a lado para aumentar a disputa de quem faz os gestos melhor e mais rápido.

Variações Há inúmeras brincadeiras feitas com as mãos, cada uma com músicas e movimentos específicos, como adoleta e babalu, encontradas em várias partes do Brasil.

Histórico Essa versão de dom frederico foi levada à ONG de Carapicuíba por Jaqueline Alves da Silva, 18 anos. Ela aprendeu com uma prima quando ainda era criança.

Acompanhe a letra e ouça a parlenda





LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO PETECA

Brincadeiras do Sudeste: Peteca

PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA

Como brincar Formar uma roda com pelo menos três integrantes. Quem vai começar segura a peteca com uma mão e bate nela de baixo para cima com a outra, lançando-a para um dos outros. Ao receber o brinquedo, essa criança o rebate, passando adiante. Quando alguém deixa a peteca cair, sai da brincadeira. Também é possível brincar sozinho, jogando a peteca para cima o máximo que conseguir.

Variações Há diversos outros tipos de peteca, entre elas aquela utilizada no jogo de badminton, que integra a Olimpíada. 


Peteca. Foto Danny Yin. Ilustrações Anna Cunha
Receita da peteca

Ingrediente Palha de uma espiga de milho.

Modo de fazer Retire a palha da espiga, evitando rasgá-la. Dobre a primeira folha, enrolando-a até formar um quadrado de mais ou menos 4 centímetros de lado. Esta será a base da peteca, que deve ser envolvida com as demais. Repita esse embrulho até chegar ao tamanho desejado. Deixe as extremidades soltas para cima, formando as "penas" da peteca. Por fim, tire um pedaço mais fino da palha que sobrou, formando uma tira. Com ela, amarre o brinquedo, unindo a parte das folhas que estão soltas. Agora é só jogar!

Histórico Na aldeia Krukutu, quem ensina as crianças a fazer a peteca (mangá, em guarani) é Maria Paulina, 47 anos. Ela veio a pé do Paraná com os pais na época da fundação da aldeia e trouxe de lá essa tradição indígena.

LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga





Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga

Aprenda as regras e veja como as crianças em Belo Horizonte brincam

Como brincar Formar dois times que ficam em fila, frente a frente, com as mãos estendidas. Um integrante de uma equipe vai até os colegas da outra e começa a bater nas mãos de um por um, enquanto todos cantam. Quando disserem a última sílaba, quem estiver prestes a levar o tapa deve tentar retirar a mão antes de apanhar. Se conseguir, sua equipe ganha. Se não, ela precisa correr atrás de quem bateu. Se o pegar, leva o ponto. Caso contrário, quem marca é a equipe adversária.

Agradecimento Museu dos Brinquedos e Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento.
Ouça o áudio e veja como as crianças de Belo Horizonte brincam de barra-manteiga