http://psicopedagogiat6unifev.blogspot.com.br/2010/11/brinquedos-africanos.html
http://desenvolturasedesacatos.blogspot.com.br/2014/02/cultura-e-arte-imagens-video-e.html
http://www.tocadacotia.com/cultura/arte/pinturas-africanas
http://emefchicomendespoa.blogspot.com.br/2011/11/africanidades-brasilidades.html
http://grafismoafricano.blogspot.com.br/
http://mundotexto.wordpress.com/2014/02/09/emprestimos-africanos-no-portugues-brasileiro/
Para refletir: Provérbios africanos
Com suas dezenas de países, contrastes sociais, diversas vegetações e climas, certamente o continente africano tem ensinamentos sábios. Os provérbios são pouco divulgados mas, especialmente para os nossos leitores, selecionamos algumas citações. Aproveitem o momento de reflexão!
"A luz com que vês os outros, é a luz com que os outros te vêem a ti."
"A mocidade é como a água da ribeira; entregue a si própria, destroi as pontes."
"As tatuagens nas costas são conhecidas daqueles que as executam (não de quem as traz.)"
"Mata primeiro o elefante e depois arranca-lhe os pelos da cauda."
"Na água turva é que se apanha o bargue."
"O eco da primeira palavra fica sempre no coração."
"O macaco mesmo coberto com a pele dum carneiro, é sempre um macaco."
"Pouco a pouco a lagarta consegue devorar a folha da árvore."
"Padre sem sacristão, toca o sino com os pés."
"Quando dois elefantes brigam, quem sofre é a grama."
"Se passa o que é bom, também passa o que é mau."
"Trate bem a Terra. Ela não foi doada a você por seus pais. Ela foi emprestada a você por seus filhos."
"Aquele que aprende, ensina."
"Quando não existe inimigo no interior, o inimigo no exterior não pode te machucar."
"Aquele que não sabe dançar irá dizer: A batida dos tambores estão ruins."
"Lágrimas são melhor enxutas com nossas próprias mãos."
"O amanhã pertence a aqueles que se preparam hoje."
"Se sua boca virar faca, cortará seus lábios."
"As Cinzas voaram ao rosto de quem as jogou."
"Quando souber quem são os amigos dele, saberá quem é ele."
"O que é bom se vende por si só, o que é ruim faz propaganda de si."
"Um leão não se vira quando um cachorrinho late."
"Se quer saber o final, preste atenção no começo."
"O mundo não lhe fez promessas."
"Indepente se foi a faca que caiu no melão ou se foi o melão que caiu sobre a faca, o melão irá sofrer."
"Ser feliz é melhor do que ser rei."
Fonte: http://pt.wikiquote.org/wiki/Provérbios_africanos
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO
Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014.
3ª parte LABORATÓRIO
Distribuir material (cd) para os grupos e esclarecer o trabalho de Seminário Sobre Atendimento Especializado
SEMINÁRIO – Laboratório
Atendimento Especializado
Arquivo O direito à
escola acessível
1º grupo 05 de setembro
Parte 1: Compreendendo conceitos
de inclusão
Parte 2: Compreendendo a
acessibilidade em cada ambiente da escola
2º grupo 05 de setembro
Parte 3: Orientações gerais sobre
acessibilidade espacial
Parte
4: Avaliando sua escola
Arquivo Atendimento Especializado
Educacional
Deficiência Visual
3º
grupo 12 de setembro
Cap.
I, II, III
Arquivo Atendimento Especializado
Educacional
Deficiência Auditiva
4º
grupo e 5º grupo 12 de setembro
Cap.
I, II, III, IV
Arquivo Atendimento Especializado
Educacional
Deficiência Mental
6º
grupo e 7º grupo 19 de setembro
Cap.
I, II, III
Arquivo Atendimento Especializado
Educacional
Deficiência Física
8º
grupo 26 de setembro
Cap.
I, II, III, IV, V (ATÉ ITEM 7)
9º
grupo 26 de setembro
Cap.
V (A PARTIR DO ÍTEM 8), VI, VII, VIII
Observação:
Os grupos devem utilizar algum recurso. Não podem ler, exceto com a
utilização de cartaz e/ou outro recurso que tenha algumas ideias norteadoras.
Devem
entregar um pequeno texto com as ideias centrais do material para cada grupo da
turma
Atenção:
O objetivo
é informar futuros professores de alguns recursos e metodologias. Não se
prendam a termos técnicos, mas sim, ao que possa realmente contribuir com a
prática de cada um e que venha instrumentalizar, além de oferecer informações
sobre os direitos dos alunos com deficiência e as condições que o professor
precisa para trabalhar com a inclusão.
Sempre
estamos aprendendo uns com os outros!
10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO
FOLCLORE
É o conjunto de
mitos, crenças, histórias populares, lendas, tradições e costumes que são
transmitidos de geração em geração, que faz parte da cultura popular.
A palavra folclore vem do inglês “folk” = povo e “lore” = conhecimento e significa sabedoria popular. (saiba mais…) O folclore é a expressão cultural mais legítima de um povo.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
*é popular.
*emana do saber cultural.
*constitui-se em uma tradição.
*é transmissível notadamente pela oralidade e pela prática.
*faz parte do conhecimento coletivo.
*espelha uma situação ou ação.
*tem caráter universal.
*é anônimo, pois desconhecem-se seus criadores.
*é criatividade livre e espontânea de um povo.
A palavra folclore vem do inglês “folk” = povo e “lore” = conhecimento e significa sabedoria popular. (saiba mais…) O folclore é a expressão cultural mais legítima de um povo.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
*é popular.
*emana do saber cultural.
*constitui-se em uma tradição.
*é transmissível notadamente pela oralidade e pela prática.
*faz parte do conhecimento coletivo.
*espelha uma situação ou ação.
*tem caráter universal.
*é anônimo, pois desconhecem-se seus criadores.
*é criatividade livre e espontânea de um povo.
PATRIMÔNIO CULTURAL
O folclore como expressão do povo faz parte de sua riqueza cultural e portanto está inserido no patrimônio cultural.
O folclore como expressão do povo faz parte de sua riqueza cultural e portanto está inserido no patrimônio cultural.
PROTEÇÃO JURÍDICA
Constituição Federal
*art. 215: “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”;
*art. 216 : “Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I- as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico”.
Portanto, as crenças, lendas, tradições, costumes e tradições, são bens imateriais, que compõem o patrimônio cultural, estão protegidos juridicamente pelo texto constitucional citado. Tratam-se assim de bens imateriais difusos de uso comum do povo e que podem ser protegidos pela ação civil pública (Lei 4.3 /85). Exemplo: quando manifestações ou representações do folclore são proibidas por autoridade, lei ou ato administrativo, podem ser defendidas juridicamente.
Constituição Federal
*art. 215: “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”;
*art. 216 : “Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens materiais e imateriais, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira nos quais se incluem:
I- as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico”.
Portanto, as crenças, lendas, tradições, costumes e tradições, são bens imateriais, que compõem o patrimônio cultural, estão protegidos juridicamente pelo texto constitucional citado. Tratam-se assim de bens imateriais difusos de uso comum do povo e que podem ser protegidos pela ação civil pública (Lei 4.3 /85). Exemplo: quando manifestações ou representações do folclore são proibidas por autoridade, lei ou ato administrativo, podem ser defendidas juridicamente.
PERTENCEM AO FOLCLORE
A mitologia, as crendices, as lendas, os folguedos, as danças regionais, as canções populares, as histórias populares, os costumes populares, religiosidade popular ou cultos populares, a linguagem típica de uma região, medicina popular, o artesanato etc.
Fonte: ifolk.vilabol.uol.com.br
A mitologia, as crendices, as lendas, os folguedos, as danças regionais, as canções populares, as histórias populares, os costumes populares, religiosidade popular ou cultos populares, a linguagem típica de uma região, medicina popular, o artesanato etc.
Fonte: ifolk.vilabol.uol.com.br
10º ENCONTRO PPIP e 9º de LABORATÓRIO
Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014.
2 tempos
PPIP
Objetivos:
Entregar a Planilha Planejador de Estágio e Recolher as assinadas pelos responsáveis;
Distribuir as Cartas de Apresentação e aceite da CRE;
Entregar as Originais de Documentos de Conclusão;
Solicitar a cópia de Aceites e Atestados dos alunos em pendência.
4 tempos
1ª parte LABORATÓRIO
Discutir sobre a relação entre Histórias de Vida e a História que estudamos;
Perceber que todos somos sujeitos e "escritores" de nossas histórias, por consequência, coautores da história da sociedade;
Perceber a importância do resgate da história de vida para o processo de ensino aprendizagem, assim como, de promoção e valorização da cultura popular;
Refletir sobre as implicações que uma prática problematizadora em sala de aula, ou fora dela, permite a troca, o aprendizado, o contato com a diversidade de forma construtiva e enriquecedora, além de possibilitar experiências variadas para que o aprender e ensinar sejam vividos mutuamente;
Apreciar as influências culturais;
Desenvolvimento
Sensibilizar os alunos através da história: A Colcha de Retalhos. A partir da história, discutir os itens citados, percebendo na história de cada um sua marca pessoal, e o quanto, sua marca, fica na história. Suas escolhas, sua participação na sociedade, suas opiniões etc.
Iniciar a confecção da colcha.
Observação - Foi solicitado aos alunos que pesquisassem durante a semana, as expressões culturais (patrimônio) africanas, indígenas e europeias presentes em nosso país, que para eles, sejam marcantes: citações, pinturas, desenhos, palavras etc. para a confecção de uma grande colcha de retalhos.
2ª parte LABORATÓRIO
2ª parte LABORATÓRIO
Recolher os questionários elaborados pela PUC sobre Patrímônio Cultural;
Diferenciar Patrimônio Cultural, Histórico e Ambiental ou Natural
A preservação da memória de um povo está diretamente relacionada à
conservação de seu patrimônio cultural. O processo de tombamento, no entanto,
nem sempre é garantia de perpetuidade dessa memória, que muitas vezes se desfaz
pela falta de incentivos públicos e privados. A primeira legislação brasileira
que normatiza o tombamento do patrimônio cultural é o decreto-lei nº 25, de 30
de novembro de 1937, que criou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan) e ainda vigora. Desde então, 676 bens arqueológicos,
etnográficos, paisagísticos e históricos estão catalogados nos livros de tombo
do órgão federal; outras centenas estão em tese protegidos pelos institutos
estaduais e municipais. Saiba quais são esses órgãos, o que pode ser tombado e
entenda o processo e suas implicações.
1. O que é patrimônio cultural?
O artigo 216 da Constituição Federal define
|
patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:
|
I – as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações científicas, artísticas e tecnológicas;
IV – as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais;
V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
|
|
É a preservação de bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e
afetivo para a população por meio de um ato administrativo realizado pelo Poder Público, que
determina que certos bens serão objeto de proteção especial.
|
3. Quem pode tombar o patrimônio histórico e artístico?
| O tombamento pode ser feito nas três esferas de poder: federal, estadual e municipal. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é o órgão da União responsável pelo tombamento em nível federal. Nos estados, são os institutos do patrimônio histórico e artístico que podem executar essa tarefa. As prefeituras que possuem órgãos semelhantes também podem tombar um bem por meio de órgãos municipais de mesma natureza ou por meio de leis específicas ou pela legislação federal. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Recursos
Livro de História A Colcha de Retalhos
Barbante
Pregadores
Jornal
Tinta
Pincéis
Pano
Potes
Retalhos brancos
Texto Pedagógico
Documentos
Conhecer
o universo cultural de alunos de escolas e turmas específicas da educação
básica, por meio de estímulos à reflexão sobre as relações com espaço social
que os cerca, os marcos materiais e imateriais que se colocam como referenciais
da memória individual e coletiva.
LABORATÓRIO DE CULTURA / ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Eu vi as três meninas
PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA
Brincadeiras do Sudeste: Eu vi as três meninas
Como brincar Formar uma roda maior por fora e uma outra pequena, com três crianças, dentro da grande. Todos giram, cada grupo para um lado, enquanto cantam as duas primeiras estrofes da música. Quando chegam em "tindolelê", as que estão no centro se viram e dançam uma espécie de frevo em frente a três amigos que estão na roda maior. Ao terminar, trocam de lugar.
Ouça a música e acompanhe a letra
"Eu vi as três meninas na janela da escola / Esperando o 5º ano para ver se tinha prova / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá! / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá!"
LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Dom Frederico
PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA
Brincadeiras do Sudeste: Dom Frederico
Como brincar Olhos nos olhos, respira fundo e vai... Começa-se batendo as palmas e fazendo os gestos devagar. Com cuidado, todos vão aumentando a velocidade para não errar. Duas ou quatro pessoas brincam juntas e várias duplas podem ficar lado a lado para aumentar a disputa de quem faz os gestos melhor e mais rápido.
Variações Há inúmeras brincadeiras feitas com as mãos, cada uma com músicas e movimentos específicos, como adoleta e babalu, encontradas em várias partes do Brasil.
Histórico Essa versão de dom frederico foi levada à ONG de Carapicuíba por Jaqueline Alves da Silva, 18 anos. Ela aprendeu com uma prima quando ainda era criança.
Acompanhe a letra e ouça a parlenda
Variações Há inúmeras brincadeiras feitas com as mãos, cada uma com músicas e movimentos específicos, como adoleta e babalu, encontradas em várias partes do Brasil.
Histórico Essa versão de dom frederico foi levada à ONG de Carapicuíba por Jaqueline Alves da Silva, 18 anos. Ela aprendeu com uma prima quando ainda era criança.
Acompanhe a letra e ouça a parlenda
LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO PETECA
Brincadeiras do Sudeste: Peteca
PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA
Como brincar Formar uma roda com pelo menos três integrantes. Quem vai começar segura a peteca com uma mão e bate nela de baixo para cima com a outra, lançando-a para um dos outros. Ao receber o brinquedo, essa criança o rebate, passando adiante. Quando alguém deixa a peteca cair, sai da brincadeira. Também é possível brincar sozinho, jogando a peteca para cima o máximo que conseguir.
Variações Há diversos outros tipos de peteca, entre elas aquela utilizada no jogo de badminton, que integra a Olimpíada.
Variações Há diversos outros tipos de peteca, entre elas aquela utilizada no jogo de badminton, que integra a Olimpíada.
Receita da peteca
Ingrediente Palha de uma espiga de milho.
Modo de fazer Retire a palha da espiga, evitando rasgá-la. Dobre a primeira folha, enrolando-a até formar um quadrado de mais ou menos 4 centímetros de lado. Esta será a base da peteca, que deve ser envolvida com as demais. Repita esse embrulho até chegar ao tamanho desejado. Deixe as extremidades soltas para cima, formando as "penas" da peteca. Por fim, tire um pedaço mais fino da palha que sobrou, formando uma tira. Com ela, amarre o brinquedo, unindo a parte das folhas que estão soltas. Agora é só jogar!
Histórico Na aldeia Krukutu, quem ensina as crianças a fazer a peteca (mangá, em guarani) é Maria Paulina, 47 anos. Ela veio a pé do Paraná com os pais na época da fundação da aldeia e trouxe de lá essa tradição indígena.
Ingrediente Palha de uma espiga de milho.
Modo de fazer Retire a palha da espiga, evitando rasgá-la. Dobre a primeira folha, enrolando-a até formar um quadrado de mais ou menos 4 centímetros de lado. Esta será a base da peteca, que deve ser envolvida com as demais. Repita esse embrulho até chegar ao tamanho desejado. Deixe as extremidades soltas para cima, formando as "penas" da peteca. Por fim, tire um pedaço mais fino da palha que sobrou, formando uma tira. Com ela, amarre o brinquedo, unindo a parte das folhas que estão soltas. Agora é só jogar!
Histórico Na aldeia Krukutu, quem ensina as crianças a fazer a peteca (mangá, em guarani) é Maria Paulina, 47 anos. Ela veio a pé do Paraná com os pais na época da fundação da aldeia e trouxe de lá essa tradição indígena.
LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga
Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga
Aprenda as regras e veja como as crianças em Belo Horizonte brincam
Como brincar Formar dois times que ficam em fila, frente a frente, com as mãos estendidas. Um integrante de uma equipe vai até os colegas da outra e começa a bater nas mãos de um por um, enquanto todos cantam. Quando disserem a última sílaba, quem estiver prestes a levar o tapa deve tentar retirar a mão antes de apanhar. Se conseguir, sua equipe ganha. Se não, ela precisa correr atrás de quem bateu. Se o pegar, leva o ponto. Caso contrário, quem marca é a equipe adversária.
Agradecimento Museu dos Brinquedos e Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento.
Agradecimento Museu dos Brinquedos e Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento.
Ouça o áudio e veja como as crianças de Belo Horizonte brincam de barra-manteiga
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