Mostrando postagens com marcador VÍDEO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VÍDEO. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

TODOS OS SEGREDOS DO PLANTIO DE FEIJÃO

No quinto episódio da série NOVA ESCOLA NA SUA ESCOLA, Luciana Hubner, consultora pedagógica da Abramundo, usou a clássica experiência do plantio de feijão para propor atividades de investigação e registro das descobertas feitas pelos alunos. 

Muitos professores propõem experimentos em que a turma testa e analisa fenômenos estudados. Mas quais relações se pode fazer ao investigar um determinado assunto? Rosângela Rodrigues da Silva, professora do 4º ano da EE Professor Mário Teixeira Mariano, em São Paulo, trabalhou com a turma uma experiência bastante conhecida: o plantio de feijão. As crianças depositaram cinco sementes no algodão, dentro de potes. Alguns foram colocados ao Sol e outros dentro da sala, com horário para regar. A tarefa era observar e registrar o momento em que a planta germinasse e, se algo desse errado, refletir sobre os motivos. 

Para prosseguir com as reflexões já iniciadas e problematizar o plantio que havia sido feito, a consultora pedagógica, Luciana Hubner, preparou uma aula em que o foco foi a semente do feijão. Os alunos criaram hipóteses e as investigaram, pesquisaram em novas fontes e registraram tudo o que descobriram. Antes de iniciar a investigação, é importante levantar o que os alunos já pensam sobre o assunto em questão. Por isso, Luciana pediu que todos comentassem o plantio do feijão. E alguns contaram que as sementes haviam mofado. Luciana pediu, então, que as crianças desenhassem, em dupla, como imaginam ser a semente de feijão por dentro. O texto didático complementou o aprendizado iniciado com o experimento. Nesse caso, a turma conferiu o nome das estruturas que havia visto com a lupa. 

Terminada a aula, Luciana conversou com Rosângela e Soraia para analisarem juntas a sequência de atividades. As educadoras concordaram sobre a importância de adotar procedimentos investigativos na aula, como a pesquisa e os registros. Também salientaram o diferencial de recorrer a instrumentos próprios da ciência, como a lupa usada pelos alunos. Assim, eles se familiarizam com o ambiente científico e entendem melhor o que estão aprendendo. Outro ponto ressaltado foi o estímulo à reflexão ao perguntar os motivos de cada hipótese levantada. “Quando criamos situações para questionar os porquês, as crianças ficam mais atentas e instigadas a fazer descobertas”, diz Luciana.

GERMINAÇÃO DO GRÃO DE FEIJÃO

Três atividades de registro em Ciências

VÍDEO FASES DA LUA

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

VÍDEOS




VIVA A DIVERSIDADE!!! DIVERSIDADE LINDA. POVO BRASILEIRO!!!!

O VÍDEO LEVANTA OUTRAS TEMÁTICAS IMPORTANTES: O QUANTO ESSA DIVERSIDADE 

ENRIQUECE NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL, SOCIAL ETC. A IMPORTÂNCIA DA AMPLIAÇÃO DO 

OLHAR SOBRE O MUNDO ATRAVÉS DA LEITURA, DA PRODUÇÃO DE CULTURA... O PENSAR E 

PERCEBER-SE UM SER, SUJEITO HISTÓRICO.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

LABORATÓRIO DE CULTURA / ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Eu vi as três meninas



PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA

Brincadeiras do Sudeste: Eu vi as três meninas

Como brincar Formar uma roda maior por fora e uma outra pequena, com três crianças, dentro da grande. Todos giram, cada grupo para um lado, enquanto cantam as duas primeiras estrofes da música. Quando chegam em "tindolelê", as que estão no centro se viram e dançam uma espécie de frevo em frente a três amigos que estão na roda maior. Ao terminar, trocam de lugar.
Ouça a música e acompanhe a letra
"Eu vi as três meninas na janela da escola / Esperando o 5º ano para ver se tinha prova / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá! / Oh, tindo-lê-lê / Oh, tindo-lê-lê-lá-lá!"

LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras Regionais: Dom Frederico



PARA O TRABALHO DO FOLCLORE COM EDUCAÇÃO FÍSICA

Brincadeiras do Sudeste: Dom Frederico


Como brincar Olhos nos olhos, respira fundo e vai... Começa-se batendo as palmas e fazendo os gestos devagar. Com cuidado, todos vão aumentando a velocidade para não errar. Duas ou quatro pessoas brincam juntas e várias duplas podem ficar lado a lado para aumentar a disputa de quem faz os gestos melhor e mais rápido.

Variações Há inúmeras brincadeiras feitas com as mãos, cada uma com músicas e movimentos específicos, como adoleta e babalu, encontradas em várias partes do Brasil.

Histórico Essa versão de dom frederico foi levada à ONG de Carapicuíba por Jaqueline Alves da Silva, 18 anos. Ela aprendeu com uma prima quando ainda era criança.

Acompanhe a letra e ouça a parlenda





LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga





Brincadeiras do Sudeste: Barra-Manteiga

Aprenda as regras e veja como as crianças em Belo Horizonte brincam

Como brincar Formar dois times que ficam em fila, frente a frente, com as mãos estendidas. Um integrante de uma equipe vai até os colegas da outra e começa a bater nas mãos de um por um, enquanto todos cantam. Quando disserem a última sílaba, quem estiver prestes a levar o tapa deve tentar retirar a mão antes de apanhar. Se conseguir, sua equipe ganha. Se não, ela precisa correr atrás de quem bateu. Se o pegar, leva o ponto. Caso contrário, quem marca é a equipe adversária.

Agradecimento Museu dos Brinquedos e Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento.
Ouça o áudio e veja como as crianças de Belo Horizonte brincam de barra-manteiga

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

LABORATÓRIO DE CULTURA/ ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Diferentes maneiras de pular amarelinha







Brincadeiras do Sudeste: Amarelinha em Caracol

Como brincar A diversão já começa na hora de desenhar no chão a amarelinha em forma de caracol. Em seguida, as crianças se posicionam em fila. A primeira joga uma pedrinha no espaço marcado com o número um. Ela deve saltar essa casa, cair na seguinte com um pé só e percorrer todas as outras pulando com esse mesmo pé. Quando chegar ao centro, pode colocar os dois pés no chão, dar meia-volta e voltar pulando em um pé só. Em seguida, brinca o segundo da fila e assim por diante. Na próxima rodada, todos devem jogar a pedra no número dois. Quem pisa na linha ou na casinha em que está a pedra sai do jogo. Se jogar a pedra no número errado, também sai. A brincadeira termina quando só houver uma criança.

Variações Há no Brasil diversos tipos de amarelinha, desenhados com giz, tijolo, terra ou tinta. Os nomes variam dependendo do lugar. Amarelinha de caco, academia e macaca são alguns exemplos. Conheça algumas delas. 
No vídeo a seguir, confira diferentes maneiras de pular amarelinha:


Brincadeiras Regionais | Sudeste

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

IGREJA DE SÃO JOSÉ


Madureira é um bairro de importância extrema para o Rio de Janeiro, por razões já conhecidas, principalmente as culturais. E falar dessa “cidade” chamada Madureira (Zona Norte do RJ) em uma única publicação é desrespeitar as suas tradições.
Então vamos a mais um capítulo.
Andando pelo bairro e olhando para o alto, vamos ter grata surpresa de vermos, 360 degraus acima, a Capela de São José das Pedras (São José de Madureira). Uma construção datada entre os anos de 1901 e 1904 e sendo reconstruída em 1931.
E segundo o que contam, alguns caçadores no fim do século subiram o morro para buscar proteção contra a chuva e lá encontraram a imagem de São José sobre uma pedra. Acreditaram estarem diante de um milagre e  partir desse “acontecimento” se inicio a devoção ao local.
Os moradores de Madureira se orgulham em dizer que São José das Pedras tem um degrau  a mais que a Igreja da Penha, também na Zona Norte (a escadaria foi construída em 1978) e por isso também é um ponto turístico importante (apesar de infelizmente não estar no roteiro) que deve ser visitado.
Para os fieis, a capela de São José das Pedras é um recanto de luz e paz.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

8º ENCONTRO PPIP e 4º ENCONTRO DE LABORATÓRIO 3º BIMESTRE

Rio de Janeiro, 8 de agosto de 2014.


2 tempos
PPIP



4 tempos
LABORATÓRIO

Explorar materiais SOBRE O Trabalho Realizado no Laboratório de Cultura



E-book Mercadão de Madureira. Caminhos de Comércio de Ronaldo Luiz Martins


História_Patrimonio_Memória_Carmela_Dutra (PowerPoint)


Realizar a Feira de Troca (Laboratório Vida e Natureza)



Laboratório  Vida e Natureza
 Compreender o ser humano como uma unidade complexa e integral, afetiva, psicossocial, racional, cultural capaz de se relacionar consigo mesmo e com o mundo que o cerca.
Organizar atividades que desenvolvam a prática de conhecer, agir e interagir com o ambiente de maneira crítica e consciente de seu papel de estar no mundo.
 Identificar práticas de agressão ao ecossistema e de se posicionar criticamente diante de tais fatos.
ATIVIDADES
A)     Construir, em grupos distintos, um projeto interdisciplinar que atenda às questões socioambientais

Feira de Troca – Educação Infantil/ Ensino Fundamental
Grupo: __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
O que eu posso desenvolver, trabalhar com as crianças a partir da Feira de Troca da Educação Infantil e/ou Fundamental? Justifique
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Objetivo do grupo
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Tempo estimado _______

O que vamos precisar:
pessoa
trazer
pessoa
trazer





























Ações e responsáveis pelas ações
ações

responsáveis
período






























Data para apresentação na sala: ___________
Assinatura do grupo:

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________