sexta-feira, 7 de março de 2014

9º ENCONTRO PPIP


  9º ENCONTRO PPIP  (NÃO ACONTECEU)



Rio de Janeiro, 07 de março de 2014.
9º Encontro
6ª feira -  2 tempos
PPIP
 Objetivos:

Dar continuidade ao encontro anterior

Observação
Os alunos não compareceram

5º ENCONTRO LABORATÓRIO

5º ENCONTRO LABORATÓRIO

Semana após Carnaval. A turma não compareceu.
Dia 07 de março de 2014.

Relatório de Filme - Teatro




Modelo de Relatório

Instituto de Educação Carmela Dutra
Relatório de Filme - Teatro


Nome do aluno (a): _________________________________________
Curso: Formação de Professores  Turma 3001
Data: _____/_____/_____

Título do filme: ____________________________________________________________
Professor que indicou: _______________________________________________________


1° - Resumo do Filme ou Peça (aspectos históricos, sociais, políticos, econômicos).

2° - Aspectos pedagógicos (relação ensino/aprendizagem - relação com conteúdos disciplinares).

SUGESTÕES
Observação 1: Alguns filmes não são indicados para a faixa etária que iremos trabalhar. Nestes casos, os aspectos pedagógicos podem ser citados em relação às tendências pedagógicas observadas, em relação à leitura de outros autores da área de educação, em relação a nossa postura enquanto educadores e cidadãos etc.

Observação 2: Os filmes que forem adequados à faixa etária do primeiro segmento do Ensino Fundamental e à Educação Infantil podem ter como foco, as questões: Eu utilizaria este filme em uma turma? Qual modalidade, série, ano? (justifique). Qual a importância para a criança, vivenciar o contato com a arte em suas diversas formas de expressão? Não devemos pensar aqui, só em termos de conteúdo, devemos pensar o ser como um todo, o quanto a arte é importante para o crescimento e desenvolvimento da criança e de todos nós. O que a arte promove em nós? Ela tem uma função social? Ela possibilidade transformar e repensar a realidade? Ela permite relacionar o cotidiano e a ficção? Qual a importância da criatividade, da ousadia, da autoestima, do medo de não errar, da investigação, da pesquisa, da troca, da valorização da sua cultura, do contato com produções culturais diferentes de suas vivências... No processo de ensino aprendizagem? Esse filme ou peça teatral promove alguns desses fatores? Eu percebi possibilidades de trabalhar a partir dessa atividade cultural, alguma atividade em sala que promova esse crescimento?

Que desdobramento eu daria em sala de aula a partir dessa atividade? (Como? Justifique)

Quais áreas do conhecimento eu poderia trabalhar? (Como?/ Justifique)

Não precisa estar em todos os relatórios, mas é necessário refletir sobre o cotidiano e as possibilidades de realização dessas atividades: Eu passaria o filme na sala e/ou levaria os alunos para o cinema? (Dependendo da minha opção, quais seriam as providências a serem tomadas? Quais são os procedimentos?)


3° - Mensagem do Filme ou Peça.


4°- Comentário do aluno enquanto apreciador da atividade cultural.

5º - Anexo Comprovação foto, xerox da entrada etc.

quinta-feira, 6 de março de 2014

8º ENCONTRO PPIP

  8º ENCONTRO PPIP  



Rio de Janeiro, 06 de março de 2014.(NÃO ACONTECEU)
8º Encontro
5ª feira -  6 tempos
PPIP


Observação
A turma não compareceu.



8º ENCONTRO PPIP

  8º ENCONTRO PPIP  



Rio de Janeiro, 06 de março de 2014.
8º Encontro
5ª feira -  6 tempos
PPIP
 Objetivos:

1ª etapa
Ler o texto Gaiolas e Asas de Rubem Alves;
Promover uma reflexão após a leitura do texto;
Confeccionar um pássaro de dobradura

Desenvolvimento
Dividir a turma em grupos para a leitura do texto. Refletir sobre suas histórias pessoais, suas trajetórias no espaço escolar. Qual a lembrança que cada um guarda e ainda tem ou sente durante a trajetória enquanto estudantes. Embora, estejamos certos que sempre estaremos na posição de professores e ora, de aprendizes.
Direcionando nosso olhar simbolicamente para a proposta de Rubem Alves, como nos sentimos? Somos pássaros engaiolados? Sabemos voar? Ou estamos acostumados ao pouso, acomodados em nossas carteiras, mantendo uma atitude passiva diante do processo de ensino e aprendizagem?
Por qual motivo voamos sem direcionamento, parecendo perdidos? Quais ações pedagógicas, educacionais a escola pode oferecer ao voo dos alunos? Será da escola, ou melhor, será na escola, o único local que tem a função de promover o voo, visto que, voar não se ensina, é inato ao pássaro?
Refletir sobre os brinquedos e ferramentas citados por Nietzche. Qual a importância  dos brinquedos e ferramentas no processo educacional?
Relacionar as tendências pedagógicas com a escola gaiola e a escola asa.
Recursos
Texto, folha ofício, lápis de cor, caneta, tesoura.

TEXTO


GAIOLAS E ASAS

Os pensamentos me chegam de forma inesperada, sob a forma de aforismos. Fico feliz porque sei que Lichtenberg, William Blake e Nietzsche frequentemente eram também atacados por eles. Digo “atacados“ porque eles surgem repentinamente, sem preparo, com a força de um raio. Aforismos são visões: fazem ver, sem explicar. Pois ontem, de repente, esse aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas“
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de segundo grau, em escolas de periferia. O que elas contam são relatos de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças... E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina que sejam feitas, dar o programa, fazer avaliações... Ouvindo os seus relatos vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra - e a domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres... Sentir alegria ao sair da casa para ir para escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma porta que as fecha junto com os tigres.
Nos tempos da minha infância eu tinha um prazer cruel: pegar passarinhos. Fazia minhas próprias arapucas, punha fubá dentro e ficava escondido, esperando... O pobre passarinho vinha, atraído pelo fubá. Ia comendo, entrava na arapuca, pisava no poleiro – e era uma vez um passarinho voante. Cuidadosamente eu enfiava a mão na arapuca, pegava o passarinho e o colocava dentro de uma gaiola. O pássaro se lançava furiosamente contra os arames, batia as asas, crispava as garras, enfiava o bico entre nos vãos, na inútil tentativa de ganhar de novo o espaço, ficava ensanguetado... Sempre me lembro com tristeza da minha crueldade infantil.
Violento, o pássaro que luta contra os arames da gaiola? Ou violenta será a imóvel gaiola que o prende? Violentos, os adolescentes de periferia? Ou serão as escolas que são violentas? As escolas serão gaiolas?
Me falarão sobre a necessidade das escolas dizendo que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorarem de vida. De acordo. É preciso que os adolescentes, é preciso que todos tenham uma boa educação. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas, eu pergunto: Nossas escolas estão dando uma boa educação? O que é uma boa educação?
O que os burocratas pressupõe sem pensar é que os alunos ganham uma boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E para se testar a qualidade da educação se criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação.
Mas será mesmo? Será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação? Você sabe o que é “dígrafo“? E os usos da partícula “se“? E o nome das enzimas que entram na digestão? E o sujeito da frase “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante“? Qual a utilidade da palavra “mesóclise“? Pobres professoras, também engaioladas... São obrigadas a ensinar o que os programas mandam, sabendo que é inútil. Isso é hábito velho das escolas. Bruno Bettelheim relata sua experiência com as escolas: “fui forçado (!) a estudar o que os professores haviam decidido que eu deveria aprender – e aprender à sua maneira...“
O sujeito da educação é o corpo porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver. Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta“ e “brinquedo“ do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas“, aprender “brinquedos“. “Ferramentas“ são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia a dia. “Brinquedos“ são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma. No momento em que escrevo estou ouvindo o coral da 9ª sinfonia. Não é ferramenta. Não serve para nada. Mas enche a minha alma de felicidade. Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo educação.
Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma. Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer... Assim todo professor, ao ensinar, teria que perguntar: “Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?“ Se não for é melhor deixar de lado.
As estatísticas oficiais anunciam o aumento das escolas e o aumento dos alunos matriculados. Esses dados não me dizem nada. Não me dizem se são gaiolas ou asas. Mas eu sei que há professores que amam o v0o dos seus alunos. Há esperança...

(Folha de S. Paulo, Tendências e debates, 05/12/2001.)





 
 


2ª etapa
Objetivos:
 
Discutir o Contrato Pedagógico para finalizar o documento;
Escolher alguém responsável pela digitação do documento para semana que vem.



Turma 3001



O QUE É CONTRATO PEDAGÓGICO?

CONTRATO PEDAGÓGICO



O que é o Contrato Pedagógico?

    Trata-se da relação professor/aluno/saber.

É m tipo de jogo no qual cada participante tem uma tarefa específica a executar e a não execução da tarefa, proposta a cada um, pode romper com o contrato.  (Niquini,1999).  Assim, percebe-se que o aluno é ator co-responsável pela construção do seu saber e, quando se empenha com responsabilidade alcança a maturidade e autonomia. Cada vez que na sala de aula vivenciamos o processo de ensinar e aprender, se instala um contrato – no qual o aluno vai construir seu conhecimento, mediado pelo professor.

Esse contrato Pedagógico envolve o aluno (sujeito da sua aprendizagem), o professor (mediador, importante lembrar que este mediador faz parte do processo, não é alguém que fica de fora observando e “deixando que de forma espontânea” o processo ocorra) e o conhecimento (não esquecer que ambos, professores e alunos têm uma bagagem de conhecimento). Esse acordo, esse Contrato Pedagógico é de responsabilidade de todos os contratantes. Por isso ele deve ser construído coma presença de todos os contratantes, o acordo é recíproco.

As ações do aluno no contrato:

Colaborar com o professor,

Sustentar as situações colocadas por ele,

Colaborar com os colegas,

Analisar e refletir sobre os conteúdos já adquiridos,

Responsabilizar-se pela construção do seu conhecimento.

Assumir que sua profissionalização se inicia ao entrar no IECD,

Entender que o perfil do profissional – hoje – passa pelas dimensões do Conhecimento, das Habilidades e das Atitudes.

      Conhecimento: é o saber. Conceitos, informações, teorias, fatos...

      Habilidade: é o saber fazer.  É a aplicabilidade do saber, uma relação entre a teoria e a prática.

  Atitudes: é o saber ser, o saber conviver.  Atitude profissional calcada em valores e na ética.Adotar posturas positivas,

Assumir com seriedade  o seu papel no contrato pedagógico,

Conquistar a maturidade pessoal e intelectual,

Exigir o cumprimento do contrato pedagógico,

Ocupar seu espaço e dar sugestões para o crescimento da turma,
Valorizar as iniciativas que visem incrementar o contrato  – aluno e professor.

Outra definição...



Contrato Pedagógico?

  O contrato didático é “o conjunto de comportamentos do professor que são esperados pelo aluno e o conjunto de comportamentos do aluno que são esperados pelo professor”. Nada mais do que “expectativas”, segundo Henry. Para ele o contrato é renovado e adaptado por intermédio de alguma forma de negociação. Os contratos didáticos sofrem influência dos contextos nos quais se estabelecem, já que a relação professor/aluno/saber sofre influência de fatores externos.

    Passos

1 - Explicar o que venha ser o Contrato Didático

2 - Propor a elaboração

Levantamento de sugestões e itens do contrato  Discussão Registro Assinatura

3 - Avaliação e autoavaliação periódicas.



Minhas sugestões o Contrato, o nosso “Então, Ta Combinado” Para todos nós, Professora, Alunas e Alunos:

1 - Todos nós devemos nos respeitar e nos esforçarmos para manter um clima de companheirismo, promovendo a troca de conhecimento e a aproximação de todos;

2 - Evitar grupos “fechados”;

3 – Democratizar informações e ajudar a quem precisa. Compartilhar conhecimentos e vivências;

4 – Ter organização com cadernos e trabalhos seguindo as orientações da professora. Manter os cadernos em dia;

5 – Saber ouvir.

6 - Entregar os trabalhos obedecendo os prazos;

7 – Saber falar com tranquilidade, expor suas ideias e respeitar os pontos de vista diferentes. Ter assiduidade;

8 – Participar das aulas, não alimentar conversas paralelas e não fazer usos de mídias e aparelhos eletrônicos na hora da aula;

9 – Ter cuidado com sua postura e a fala, não sentar nas mesas, estar uniformizado adequadamente e ao precisar sair da sala, comunicar o motivo;

10 – Pesquisar sobre os assuntos relativos às aulas e ir além do que foi dado na sala. Seja curiosa(o), arrisque, pesquise, investigue. Trazer novidades para as aulas;

11 – Desenvolver o hábito da leitura;

12 – Usar o dicionário;

13 – Evitar faltas. Comunicar ao SOE o motivo das mesmas e trazer ao professor a determinação do SOE o mais rápido possível.

14 – Que a Professora saiba conduzir a turma incentivando ao estudo e pesquisa. Que as aulas sejam dinâmicas e que a turma demonstre interesse, maturidade e compromisso;

15 – As apresentações de grupos acontecerão no decorrer das aulas e farão parte da prática pedagógica, as alunas vivenciarão a docência de várias formas;

16 – Utilização de diversos espaços da escola, assim como, organização desses espaços, monta

 cartazes, organizando murais campanhas dentro do espaço escolar;

17 – Não sair da sala sem comunicar ao professor

18 – Manter os murais organizados;

19 – Não entregar trabalhos sem capa;

20 – Ter postura ao sentar-se

21 – Compreender que a nota de PPIP está atrelada à carga horária de estágio, por ordem da SEEDUC

22 – Trazer para a sala de aula lápis de cor, canetinha, tesoura sem ponta, cola, papel etc.

23 – Olhar o e-mail regularmente (da turma);

24 – Realizar o estágio no período previsto e na escola determinada pela professora, podendo haver pequenas adequações, sempre que em grupo.


3ª etapa

Objetivo:
Ler e assinae o documento sobre organização e normas do estágio

                          Organização e normas para o estágio


PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E INICIAÇÃO À PESQUISA / P.P.I.P.  -   3° ANO
  Ano 20___

Professor Supervisor: _______________________________________________________

INSTRUÇÕES GERAIS DAS ATIVIDADES DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

MENSAGEM
                Esperamos que desempenhe as atividades previstas para esta disciplina de forma prazerosa, com responsabilidade e ética e que se lembre das palavras do grande educador PAULO FREIRE:
“Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade e camaradagem, é conviver, é se amarrar nela! Ora, é lógico... numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se, ser feliz.”

 SABERES DOCENTES E A PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS

·         Analisar e sintetizar para a elaboração de relatórios.

·         Trabalhar em grupo e na formação de equipes, com responsabilidade, respeito, empenho e criatividade.

·   Identificar o acesso aos bens culturais como formação continuada do professor e mediação na produção de conhecimento dos alunos.

·         Realizar atividades de estágio de observação, coparticipação e regência no 1º segmento do Ensino Fundamental e Educação Infantil.
             
             Realizar atividades de estágio de observação e coparticipação em PEJA

·         Identificar o domínio e o uso das linguagens: verbal, escrita, matemática, artística e a científica nos campos de estágio.

·     Identificar as vivências, o processo cognitivo, a compreensão de fenômenos naturais, os processos histórico geográficos, a produção tecnológica e as manifestações artísticas no campo de estágio.

·         Compreender a importância das relações interpessoais para a construção do conhecimento.

·         Identificar e analisar as formas de avaliação e de autoavaliação.

·         Compreender e analisar o projeto político-pedagógico da instituição como um processo de permanente discussão e avaliação.

·         Compreender o compromisso docente na construção de aprendizagens significativas e no desenvolvimento da autonomia intelectual do aluno.

 CARGA HORÁRIA
A carga horária nesta série será distribuída da seguinte forma:

3º ano
Fundamentação Teórica
80h
Laboratórios
160h
Estágio e Práticas Alternativas
Participação em atividades culturais dsenvolvidas e propostas na Escola Normal e visitas Culturais indicadas pelo professor Supervisor
 Campanhas (?)
Incorporação (?)
Sarau de Poesia
Brinquedos Cantados
Semana da Normalista
30h




Observação/ coparticipação/ Regência
Ensino Fundamental

Observação/ coparticipação CRECHE
Observação/ coparticipação/ Regência Pré Escola

Observação/ coparticipação PEJA



40h

40h
40h


30h





Atividade em sala para orientação de estágio

20h



Reunião com alunos e/ou responsáveis para orientações do estágio
5h


Projeto de Pesquisa, planejamento, elaboração de materiais didáticos e preenchimento de fichas e relatórios
35h


Total
480h
horas


 ETAPAS CONSTITUTIVAS:

- A prática de ensino sob a forma de estágio supervisionado constitui-se de três etapas. São elas:

  • OBSERVAÇÃO, COPARTICIPAÇÃO E REGÊNCIA das atividades docentes, e nas atividades culturais.

Estas etapas serão realizadas em Instituição de Ensino (escola) da rede municipal previamente selecionada junto ao professor supervisor.

1ª e 2ª ETAPAS: OBSERVAÇÃO E COPARTICIPAÇÃO DAS ATIVIDADES DOCENTES

Entende-se por observação a percepção dos fatos efetivamente observados através dos órgãos dos sentidos. Fatos que se referem realmente aos comportamentos emitidos pelo sujeito observado e não os imaginados ou presumidos pelo observador.
Por coparticipação entende-se a atuação do estagiário junto ao trabalho proposto e realizado pelo professor colaborador (professor da turma).
As etapas de observação e coparticipação das atividades docentes devem ser orientadas e dirigidas em relação às atividades desenvolvidas pelo professor e que serão registradas diariamente, pelos estagiários, para discussões e esclarecimentos com o professor supervisor em sala de aula e para preenchimento da FICHA DE FREQUÊNCIA E REGISTRO DE ATIVIDADES NA ESCOLA (individualmente).
Durante o período do estágio a equipe deverá coparticipar do trabalho do professor colaborador interagindo com os alunos objetivando conhecê-los.
As atividades de coparticipação serão desenvolvidas em salas de aula, junto ao trabalho do professor colaborador e concomitante às observações.
As oportunidades surgidas em ambientes extraclasses também devem ser aproveitadas, pois enriquecerão as experiências.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES DE COPARTICIPAÇÃO:

·         Realizar a chamada nominal dos alunos da turma;
·         Colaborar na arrumação funcional da sala de aula;
·         Corrigir os trabalhos de casa (com gabarito fornecido pelo professor-colaborador);
·         Auxiliar na distribuição de material aos alunos;
·         Assistir aos alunos nas dificuldades apresentadas no decorrer das aulas;
·         Utilizar o quadro, quando solicitado;
·         Auxiliar na disciplina das crianças da turma (no pátio, nas escadas, etc);
·         Acompanhar alunos à biblioteca e outros ambientes da escola;
·         Colaborar no planejamento e na realização das atividades comemorativas da escola;
·         Confeccionar murais e outras atividades com materiais fornecidos pelo professor colaborador;
·         Participar das reuniões com os pais dos alunos e nos Conselhos de Classe (CoC) quando convidado;
·         Sugerir atividades enriquecedoras relacionadas aos conteúdos já trabalhados etc.

3ª ETAPA: REGÊNCIA

                Entende-se por regência, o momento em que o estagiário (a) irá efetivamente atuar. Sua participação deverá ocorrer em situações estabelecidas pelos professores (supervisor e colaborador), de acordo com o planejamento previamente elaborado.
                O estagiário deverá assumir, individualmente, o trabalho a ser realizado.
                Esta é a etapa mais importante da prática, pois é através dela que o estagiário, ao assumir a regência de classe, vai vivenciar o processo ensino-aprendizagem, planejando, executando e avaliando o seu trabalho. Ao tomar conhecimento da situação escolar dos alunos em classe, das estratégias didáticas e dos procedimentos adequados à sua situação, estará em condições de desenvolver experiências de aprendizagem, apropriadas ao 1º segmento do Ensino Fundamental, Educação Infantil e PEJA.

                Para o sucesso dessa experiência é necessário que o estagiário (a) elabore, previamente, o planejamento das atividades e o apresente ao Professor Supervisor, para proceder à revisão e prováveis correções. É indispensável, nesta ocasião, apresentar também o material pesquisado (conteúdo programático extraído de livros, apostilas, revistas especializadas, etc.). Concomitantemente o estagiário realizará atividades culturais. A área do conhecimento ou áreas, assim como, o conteúdo será sugerido pelo professor colaborador, por isso, após determinado período, converse com o professor colaborador sobre sua regência.

                A PARTICIPAÇÃO OCORRERÁ DA SEGUINTE FORMA:

EM SALA DE AULA DO CURSO NORMAL

Semanalmente, toda a turma assistirá, na própria sala do Curso Normal, 02 (dois) tempos de aulas da disciplina Práticas Pedagógicas e Iniciação à Pesquisa. O professor supervisor poderá também utilizar os 06(tempos) para troca de experiências; pesquisas a partir de situações-problema observadas; elaboração de recursos didáticos; acompanhamento de formulários e portifólios; orientações para elaboração do plano de aula; realização de relatório; elaboração de pequenos projetos; seminários; etc. Nestas aulas serão desenvolvidos conteúdos inerentes à disciplina.

Antes do dia e horário estabelecido na escala de regência, os alunos que estiverem realizando o estágio deverão, antecipadamente e obrigatoriamente, apresentar ao Professor Supervisor o esboço do plano para receber as orientações necessárias conforme o tema (assunto) fornecido, por escrito (ficha de conteúdo programático) pelo professor colaborador na 2ª semana do estágio.
A aula ou (atividade), deverá ser dinâmica e apresentada com base em conteúdos solicitados e especificados previamente fornecidos por escrito pelo professor colaborador, em impresso próprio (FICHA DE CONTEÚDO PROGRAMÁTICO). A apresentação será individual.
A previsão do tempo, para cada estagiário apresentar a atividade, será de no máximo, 40 minutos.

DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER ENTREGUES APÓS O ESTÁGIO:

No dia estabelecido para avaliação do período do estágio, os documentos citados deverão estar preenchidos e acondicionados em um ENVELOPE com identificação (ETIQUETA).

 NO ENSINO FUNDAMENTAL/EDUCAÇÃO INFANTIL/ PEJA: 

1.      FICHA DE FREQUÊNCIA E REGISTRO DE ATIVIDADES NA ESCOLA
2.      DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO – FICHA DE AVALIAÇÃO DO PROFESSOR COLABORADOR
3.      DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO – FICHA DE AVALIAÇÃO DO PROFESSOR SUPERVISOR
4.      RELATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
5.      ANEXOS (FICHA DE CONTEÚDO PROGRAMÁTICO, PLANO DE AULA, EXERCÍCIOS/ATIVIDADES APLICADOS DURANTE A REGÊNCIA, EXERCÍCIOS OU ATIVIDADES DA TURMA DE ESTÁGIO, DESENHOS, FOTOS - QUANDO PERMITIDA PELA ESCOLA ETC.)

OBS: Embora a dupla, OU GRUPO, possa ir à mesma unidade escolar a documentação a ser entregue deverá ser individual. A entrega dos documentos será sempre ao final do período estabelecido previamente pelo professor supervisor na escala de estágio.


 NA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES CULTURAIS


Entende-se por atividades culturais aquelas realizadas fora e/ou dentro do âmbito da escola e que tenham relação com a educação.
O estagiário, em grupo, realizará 30 horas das indispensáveis atividades culturais. A participação nessas atividades será comprovada através de impressos, previamente fornecidos e acompanhados dos respectivos anexos.(fotos, entradas etc)
Ao concluir integralmente a carga horária prevista, o estagiário entregará ao Professor Supervisor as fichas e os documentos - relatórios referentes às atividades realizadas nos prazos devidamente estabelecidos. Todos os documentos citados deverão estar preenchidos e acondicionados em um ENVELOPE com identificação (ETIQUETA).
Excepcionalmente o professor supervisor poderá acompanhar a turma nas atividades culturais.


DOCUMENTOS QUE DEVERÃO SER ENTREGUES


1.   1.FICHA DE Apresentação PARA VISITAS E ATIVIDADES CULTURAIS
2. DECLARAÇÃO DE FREQUÊNCIA DE VISITAS E ATIVIDADE CULTURAL
3.  RELATÓRIOS DE ATIVIDADES CULTURAIS
4.       FICHA DE ACOMPANHAMENTO E DESEMPENHO DAS VISITAS E ATIVIDADES CULTURAIS

5.       ANEXOS



Os documentos deverão ser entregues acondicionados em um ENVELOPE TAMANHO OFÍCIIO de acordo com a orientação do professor supervisor até a primeira semana do mês de OUTUBRO (02/10/2013).

O aluno que não entregar o material dentro do prazo estabelecido ou deixar de realizar alguma das atividades deverá entrar em contato com o professor supervisor, que poderá estabelecer outros critérios a mais em decorrência da situação.



V- PROJETO DE PESQUISA – 35 h



A pesquisa constitui-se em um conjunto de procedimentos que visam produzir um novo conhecimento e não reproduzir, simplesmente, o que já se sabe sobre um dado objeto em um determinado campo científico.

Sob este enfoque, podemos trazer aqui a definição de Pedro Demo, para quem "pesquisa é a atividade científica pela qual descobrimos a realidade" (DEMO, 1987, p. 23). Deve-se observar que a realidade a que se refere Demo é a realidade social, alvo de investigação das ciências humanas e sociais.

O aluno deve participar das etapas de elaboração de um projeto coletivo de pesquisa a partir das experiências da realidade escolar, da vivência em seminários e eventos científico-culturais em espaços escolares e não escolares, produzir e organizar o relatório escrito final com os resultados obtidos, materiais didáticos e apresentá-los por meio de recursos visuais e midiáticos.



 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO ESTAGIÁRIO



A avaliação será feita considerando a atuação do estagiário nas atividades propostas e realizadas não só nas escolas de estágio, mas também nos encontros, no IECD, nas atividades culturais, no projeto de pesquisa e nas aulas.

Na avaliação serão considerados os seguintes aspectos:

Responsabilidade, criatividade, segurança, iniciativa, cooperação, aceitação de críticas e sugestões, relacionamento, frequência e pontualidade, registros dos fatos observados, a autoavaliação, a coparticipação, avaliação do professor-colaborador, apresentação pessoal, a organização e a correção gramatical dos materiais escritos, a frequência às aulas e o respeito às normas gerais.

O conceito final será atribuído pelo professor-supervisor, considerando o desempenho do estagiário em todas as atividades realizadas.



OBS.: É importante que o estagiário consulte com frequência as Diretrizes sobre Avaliação de Desempenho.

O cumprimento da carga horária é obrigatório e faz parte da Matriz Curricular. A nota de PPIP está relacionada à carga horária de estágio.






 ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO



1.       Encontrar-se com o professor supervisor, ou coordenador de PPIP, no IECDe na escola de estágio, nos dias e horas estabelecidos, trajando obrigatoriamente uniforme, jaleco azul claro e crachá.



2.       Consultar com frequência as escalas de prática, a apostila sobre as Instruções Gerais do estágio e as Diretrizes sobre a Avaliação do Desempenho; trazê-la consigo em todas as atividades do estágio.



3.       Apresentar-se, com ofício de apresentação, ao responsável na escola de estágio;



4.       Observar e coparticipar das atividades do professor colaborador, bem como fazer registros e anotações diárias;



5.       Realizar uma regência na turma sob a orientação do Professor Supervisor, cujo tema deverá ser escolhido pelo Professor Colaborador;



6.       Elaborar e entregar os documentos preenchidos ao professor-supervisor nos prazos estabelecidos, sem emendas ou rasuras, devidamente assinados e datados;



7.       Providenciar todas as cópias dos impressos (Fichas) a serem utilizadas futuramente durante a prática, deixando sempre o original para cópias;



8.       Comunicar, na primeira oportunidade, ao professor supervisor toda e qualquer irregularidade constatada no período do estágio;



9.       Providenciar três vias do plano de aula para o dia da regência (Professor Supervisor, Professor Colaborador e Estagiário) devidamente preenchidas.



10.    Providenciar duas vias de avaliação  para o dia da regência

(Professor Colaborador e Estagiário) devidamente preenchidas. (A turma que estiver estagiando do 1º segmento do Ensino Fundamental/ Educação Infantil)



11.    Entregar ao professor supervisor e ao professor colaborador no dia da aula, as fichas específicas, antes da avaliação, devidamente com cabeçalho preenchido e ao professor colaborador (1º segmento do Ensino Fundamental/ Educação Infantil)



12.    Respeitar as normas da escola de origem (IECD) e das ESCOLAS DE ESTÁGIO.



13.    Manter os materiais específicos para prática incluindo PORTIFÓLIO, atualizados.





 NORMAS A SEREM ADOTADAS NAS ESCOLAS DE ESTÁGIO



 O estágio constitui-se numa experiência de complementação e aperfeiçoamento profissional, portanto é importante que o estagiário adote alguns procedimentos, como:



·         Não faltar às atividades do estágio, respeitando horários e datas conforme escala;



·         Respeitar os princípios, as normas, os regulamentos e a rotina da escola de estágio,



·         Conduzir-se de maneira respeitosa e compatível a ética profissional, inclusive em todas as Atividades Culturais;



·        Comparecer uniformizado, trajando calça, jaleco azul-claro com o crachá durante todo o período de estágio;



·         Dividir com coerência as atividades entre os demais elementos da equipe estagiária;



·         Não substituir o professor colaborador na direção da turma, sem a devida autorização, apoio e supervisão do Orientador Pedagógico ou outro profissional responsável pela escola de prática;

·         Não ausentar-se da escola durante o período do estágio;



·         Apresentar atestado médico, em 48 horas, em caso de falta ao estágio;



·         Não usar celular durante a permanência no estágio.

.      Não comer na sala de aula.

.      Evitar o uso de bijouterias, maquiagem excessiva e cuidado com as unhas.

.      Solicitar sempre a presença de algum funcionário ao observar algum problema.



ELEMENTOS ENVOLVIDOS NO ESTÁGIO




·     Diretores, Coordenadores Pedagógicos, Orientadores Educacionais e demais Funcionários do IECD e Escola de Estágio.

·      Professor Supervisor de Práticas Pedagógicas.

·      Alunos do 3º ano do Curso Normal do IECD.

·      Professores Colaboradores das Escolas de Estágio

·     Alunos do 1º ano de escolaridade até o 5º ano de escolaridade das Escolas de Estágio/ Alunos da Educação Infantil/ Alunos do PEJA





            DIRETRIZES SOBRE AVALIAÇÃO DO ESTAGIÁRIO NA DISCIPLINA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS  E  INICIAÇÃO À PESQUISA - ESTÁGIO



      CONSIDERAÇÕES GERIAS:



1)      Práticas Pedagógicas e Iniciação à Pesquisa é uma disciplina obrigatória no CURSO NORMAL.



2)      Não há isenção de carga horária prevista para cada série. O não cumprimento da carga horária prevista levará aluno a reprovação na disciplina.



3)      A carga horária prevista na Matriz Curricular para o 3° ano do Curso Normal é de ___.



4)      O estagiário será avaliado considerando sua participação em todas nas atividades culturais, nas atividades realizadas durante o período de estágio, bem como nas atividades realizadas em sala de aula, nas reuniões, no projeto de pesquisa, etc. Poderão ser realizados como instrumentos de avaliações, testes, trabalhos em grupos e individuais, pesquisas, leituras, etc.







Rio de Janeiro, ___ de março de 20__.





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Professor Supervisor









Assinaturas dos(as) alunos (as):



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