sexta-feira, 22 de agosto de 2014

12º ENCONTRO DE PPIP E 10º ENCONTRO DE LABORATÓRIO


12º ENCONTRO DE PPIP E 10º ENCONTRO DE LABORATÓRIO

VÍDEO



12º ENCONTRO DE PPIP E 10º ENCONTRO DE LABORATÓRIO




RIO DE JANEIRO, 22 DE AGOSTO DE 2014
12º ENCONTRO DE PPIP
2 TEMPOS
OBJETIVOS
ENTREGAR DE PLANILHAS
ENTREGAR MATERIAL ORIGINAL (ATESTADOS DE CONCLUSÃO)
ORGANIZAR PLANILHA DE REGÊNCIA
RECOLHER MATERIAL PARA DAR ENTRADA NAS PRÓXIMAS MODALIDADES NA 5ªCRE
ORIENTAR ELABORAÇÃO DE PLANO DE AULA PARA REGÊNCIA
10º ENCONTRO LABORATÓRIO
4 TEMPOS
OBJETIVOS

ASSISTIR AO VÍDEO JOGO DE XADREZ
DISCUTIR SOBRE AS QUESTÕES RELACIONADAS AO PRECONCEITO RACIAL E OUTRAS TEMÁTICAS: O ESPORTE COMO ESPAÇO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, A POSSIBILIDADE DE ASCENSÃO INDEPENDENTE DA COR, A NEGAÇÃO DA RELIGIOSIDADE AFRO, A RUPTURA COM A IDEIA DE UM DESTINO PRÉ DETERMINADO PARA CADA “COR DE PELE”
Trecho do blog
Como estamos estudando em nossas aulas, tratar da história do negro após a abolição é uma questão complicada, primeiro porque há um silêncio que quase fez desaparecerem os negros da história recente do Brasil.
Poderíamos afirmar que há um certo branqueamento epistemológico, trazendo para a escrita da história os projetos dos intelectuais racistas da virada do século XIX para o XX. 
Um exemplo de intelectual que defendia o branqueamento está em João Batista Lacerda, diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro, que em 1911 apresentou uma tese no I Congresso Internacional das Raças, em Paris, intitulada "Sur les métis au Brésil", onde prognosticava que o Brasil negro daquele período seria transformado em um país cada vez mais branco no futuro. Usando uma pintura de Modesto Brocos afirmava que (SCHWARCZ,  2000: 31):

"o Brasil mestiço de hoje tem no branqueamento em um século sua perspectiva, saída e solução" 
Em segundo lugar, uma visão equivocada de que uma história dos negros venha alimentar uma falsa ideia de raça, já que ela não existe biologicamente, e em contrapartida contribuiria para a manutenção do racismo e a criação de uma "nação bicolor", dividida entre brancos e negros, o que não seria verdade em se tratando de nossa população mestiça.
Pelo que nós estudamos sobre a questão da escolarização e do trabalho da população negra no pós-abolição, creio que foi possível quebrar o silêncio. 
Baseando-se nas reflexões e nos estudos realizados sobre a história do negro no pós-abolição desenvolva uma resenha crítica do curta metragem O Xadrez das Cores, dirigido por Marco Schiavon, 2004,
Referência:
SCHWARCZ, Lilia M. "Raça como negociação: sobre teorias raciais em finais do século XIX no Brasil". In: FONSECA, Maria Nazareth Soares. Brasil afro-brasileiro. Belo Horizonte: Autêntica, 2000, pp. 11-39.
"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta. "Nelson Mandela
SUGESTÕES DE FILMES RACIAIS PARA TRABALHAR A CONSCIENTIZAÇÃO.
1 - Retrato em Branco e Preto 2- Vista a minha pele 3 - Alguém falou de racismo?
4 - História dos Quilombos do Estado do Rio de Janeiro 5 - Discriminação não é legal
POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCAFRO
FONTE: www.educafro.org.br/downloads/sugestao_filmes.pdf Acessado em 29/09/2009
ASSISTIR O VÍDEO: CAMINHOS DA ESCOLA - EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE 
Muito legal. Mas será que caímos no inverso??? Somos um universo de mestiços! Nem brancos, nem negros, nem índios. Somos mulatos, caboclos, mamelucos... VIVA A DIVERSIDADE!!! DIVERSIDADE LINDA, POVO BRASILEIRO!!!!

TRABALHO: PEGAR O TEXTO DE MARINA COLASANTI E ADAPTÁ-LO

O VÍDEO ( CAMINHOS DA ESCOLA - EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE) LEVANTA OUTRAS TEMÁTICAS IMPORTANTES: O QUANTO ESSA DIVERSIDADE ENRIQUECE NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL, SOCIAL ETC.

ASSISTIR O VÍDEO AÇÕES AFIRMATIVAS (SE HOUVER TEMPO)

O vídeo (AÇÕES AFIRMATIVAS) tem caráter didático e foi elaborado para utilização como material complementar em cursos presenciais de formação de professores. Ele é o primeiro de uma série relativa ao ensino e ao debate de políticas educacionais em produção pelo Núcleo de Estudos de Políticas e Gestão da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Endereço eletrônico (URL): http://www.ufrgs.br/acoesafirmativas/saiba-mais/videos
Patrimônio: Sua função social e ambiental (OLHAR NO BLOG)

Atualmente há preocupação dos estudiosos com relação à responsabilidade social e ambiental do patrimônio da célula social. Não podemos esquecer que a organização é composta por pessoas, pela riqueza e que essas pessoas movimentam esse capital. Essa dinâmica constante do patrimônio vai influenciar a comunidade e o meio ambiente natural em seu aspecto positivo ou negativo.  Assim, o patrimônio tem uma função social e ambiental. Sabemos que a riqueza da célula social é influenciada pelo entorno como, também, produz influência sobre a comunidade. Isto é axiomático (verdade inquestionável). Há uma interação constante entre o ambiente e o capital da célula social. Desde o século XVIII alguns estudiosos já observavam tal interação. 


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

MENSAGEM

Exupery, mais uma vez foi feliz quando disse: "Aqueles que passam por nós não vão só e não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, e levam um pouco de nós".


MENSAGEM


NÃO HAVERÁ BORBOLETAS SE A VIDA NÃO PASSAR POR LONGAS E SILENCIOSAS METAMORFOSES (RUBEM ALVES)


11º ENCONTRO PPIP

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2014.

ESTÁGIO

Visita às escolas - 8ª CRE



quarta-feira, 20 de agosto de 2014

SITE Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP)

http://www.cnfcp.gov.br/index.php
 Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), única instituição pública federal que desenvolve e executa programas e projetos de estudo, pesquisa, documentação, difusão e fomento de expressões dos saberes e fazeres do povo brasileiro. Suas atividades produziram um acervo museológico de 13 mil objetos, 130 mil documentos bibliográficos e cerca de 70 mil documentos audiovisuais. O CNFCP está instalado no conjunto arquitetônico do Catete, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Seu sítio possui um acervo virtual com artigos, cordelteca, hemeroteca, xiloteca, vídeos etc.

VÍDEOS




VIVA A DIVERSIDADE!!! DIVERSIDADE LINDA. POVO BRASILEIRO!!!!

O VÍDEO LEVANTA OUTRAS TEMÁTICAS IMPORTANTES: O QUANTO ESSA DIVERSIDADE 

ENRIQUECE NOSSO PATRIMÔNIO CULTURAL, SOCIAL ETC. A IMPORTÂNCIA DA AMPLIAÇÃO DO 

OLHAR SOBRE O MUNDO ATRAVÉS DA LEITURA, DA PRODUÇÃO DE CULTURA... O PENSAR E 

PERCEBER-SE UM SER, SUJEITO HISTÓRICO.

VÍDEOS

http://portacurtas.org.br/filme/?name=o_xadrez_das_cores

O Xadrez das Cores


Assista AO Filme, leia o Roteiro, comente 120, publique, Ficção, de Marco Schiavon, Duração: 22 min, Plays 86,009
Gênero:  Ficção
Subgênero:  Drama
Diretor:  Marco Schiavon
Elenco:  Anselmo Vasconcellos ,   Mirian Pyres ,   Zezeh Barbosa 

Duração:  22 min      Ano:  2004      Formato:  35 milímetros
País:  Brasil      locais de Produção:  RJ
Cor:  Colorido
Sinopse:  Cida, Uma Mulher Negra de Quarenta Anos, vai trabalhar par Maria, Uma velha de oitenta Anos, Viúva e SEM Filhos, E Que extremamente racista. A Relação Entre Duas Mulheres Como COMECA tumultuada, com Maria tripudiando los Cima de Cida POR ELA Ser negra. Cida atura a los Silêncio Tudo, POR precisar Fazer Dinheiro, COMEU Que decide se vingar atraves de hum Jogo de xadrez. 







REALIZAR RELATO SOBRE O VÍDEO

Vídeos SOBRE Ações Afirmativas
http://www.ufrgs.br/acoesafirmativas/saiba-mais/videos

O Vídeo Ações Afirmativas UFRGS 2012 TEM carater Didático e de Liberdade de Informação elaborado Pará utilização Como o material de de complementar los AOS Cursos presenciais de Formação de Professores. ELE É O Primeiro de UMA Série relativa ao Ensino e debate de Políticas Educacionais AO los Produção Pelo Núcleo de Estudos de Políticas e Gestão da Educação - Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

REALIZAR RELATO SOBRE O VÍDEO



Patrimônio: Sua função social e ambiental

Atualmente há preocupação dos estudiosos com relação à responsabilidade social e ambiental do patrimônio da célula social. Não podemos esquecer que a organização é composta por pessoas, pela riqueza e que essas pessoas movimentam esse capital. Essa dinâmica constante do patrimônio vai influenciar a comunidade e o meio ambiente natural em seu aspecto positivo ou negativo.  Assim, o patrimônio tem uma função social e ambiental. Sabemos que a riqueza da célula social é influenciada pelo entorno como, também, produz influência sobre a comunidade. Isto é axiomático (verdade inquestionável). Há uma interação constante entre o ambiente e o capital da célula social. Desde o século XVIII alguns estudiosos já observavam tal interação. 
FUNÇÃO SOCIAL
Schmalembach, expoente da escola reditualista da Alemanha, defendia que a azienda devia ter lucratividade e uma visão social. Dietrich, da escola aziendalista na Alemanha, defendia que a azienda devia ter uma visão social e que o lucro abusivo devia ser considerado algo indesejável.
Llena (Obra identificada na bibliografia) diz que a empresa sofre a influência da sociedade como uma das principais instituições socioeconômicas que a integram. Entre outros aspectos se vê influenciada em:
- na estrutura organizativa
- nos processos de tomada de decisões
- em suas estruturas de poder.
Porém também a empresa pode influenciar a sociedade provocando transformações na mesma através de sua própria configuração e exigências como, por exemplo:
- a capacidade da empresa de cumprir as necessidades sociais influi nos níveis de qualidade de vida da comunidade
- a estrutura e evolução da empresa também podem influir na sociedade.
E ainda diz: Tudo isso supõe que a responsabilidade social da empresa adquire uma relevância significativa, que o despertar de maiores responsabilidades pode significar transformações importantes na sociedade atual.
A empresa inserida na comunidade é comparável a uma célula de um corpo. A célula recebe influências e influencia o organismo no qual está inserida. Se a célula for normal ela é saudável. Se ela é anormal é doente. Sabemos que um corpo é formado por células. Se todas as células do organismo forem normais o corpo também será normal e saudável.

Há uma analogia, portanto, entre o orgânico e o social, fundamentada na lógica matemática de que o total é uma variável dependente das parcelas que o formam. Assim, também, ocorre na comunidade, se toda célula social tiver saúde patrimonial também a comunidade será saudável e próspera.

O Prof. Lopes de Sá demonstrou a preocupação social da Escola Neopatrimonialista na sua magnífica obra Teoria Geral do Conhecimento Contábil (IPAT-UNA, Belo Horizonte-MG, 1992) onde diz em sua síntese filosófica: “Quando a soma da eficácia de todos os patrimônios implicar na soma da eficácia de todas as células sociais, em regime de harmônica interação, isto implicará, logicamente, na eficácia social, o que eqüivalerá à anulação das necessidades materiais da humanidade”.
O patrimônio quando aumenta sua dinâmica por influência ambiental exógena ou endógena (externa ou interna), com eficácia e prosperidade, adquire capacidade para auxiliar a outras células de finalidade ideal, como, por exemplo, as instituições filantrópicas, pagar melhores salários ao seu pessoal, contribuir com mais taxas e impostos ao governo, ampliar seus negócios, aumentar a expansão com filiais na comunidade onde está inserida como em outras cidades, auxiliando seu pessoal na capacitação intelectual por meio de cursos e até aperfeiçoamento no exterior. Poderá, também, em decorrência, dar mais estabilidade ao pessoal interno, as famílias destes e a terceiros que em seu ambiente se beneficiam da prosperidade patrimonial.

Quando a célula social tem expansão de seu patrimônio há benefício social.
Quando a célula social diminui a força funcional de seu patrimônio há prejuízo social.

A tributação do governo, o aspecto legal, a falta de conhecimento do empresário e do pessoal tem levado, em nosso país, a célula social a diminuir seu patrimônio, como, também, até a desaparecer do mercado criando problemas sociais e diminuição de arrecadação por parte do próprio governo.

O maior número de células sociais no país é o de pequenas empresas e são essas que devem receber mais atenção do governo pela sua fragilidade patrimonial que possuem, carentes que são de incentivos para sua economicidade.

Quando existe uma direção e pessoal competente o patrimônio tende a ser eficaz, assim, também, pode ocorrer que uma direção e pessoal incompetente leve a célula social à estagnação e até a desaparecer do mercado.

São, ainda, poucos os empresários, todavia, que possuem consciência da responsabilidade social do patrimônio. A maioria quando auxilia a comunidade faz disto um marketing para atrair o cliente e vender mais. Necessário, se faz, é mudar a mentalidade através de novos pensamentos, com uma nova cabeça, alertam os estudiosos.

Deve haver uma mudança cultural do empresário, do pessoal e do cliente para que o patrimônio possa exercer sua função social e é necessária a inovação cultural daqueles que movimentam o patrimônio da célula social. O capital por si só não se transforma. Isto é axiomático.

Não há dinâmica patrimonial sem a influência ambiental exógena ou endógena a não ser em raras exceções. Esta mudança de mentalidade deve estar voltada também para o ambiente natural.



FUNÇÃO AMBIENTAL

Durante séculos e séculos o homem viveu em harmonia com a natureza
o que ele retirava do meio ambiente e o que ele devolvia não alterava o equilíbrio ambiental.

Com a revolução industrial (Século XVIII) iniciou a agressão a natureza. Consumiu-se de uma forma desenfreada os recursos naturais e a devolver a natureza os resíduos desse consumismo.

Houve um desenvolvimento acelerado a qualquer preço, do setor industrial, e não se mediram as conseqüências no meio ambiente natural. Hoje, aí está o que todos conhecemos: tanto a sobrevivência do homem como a do planeta estão, ambos, ameaçadas.

É interessante o que o Leonardo Boff escreve, sobre isto, em seu livro Saber cuidar: Ética do humano-compaixão pela terra. “Cuidado todo especial merece nosso planeta Terra. Temos unicamente ele para viver e morar. É um sistema de sistemas e superorganismo de complexo equilíbrio, urdido ao logo de milhões e milhões de anos. Por causa do assalto predador do processo industrialista dos últimos séculos esse equilíbrio está preste a romper-se em cadeia. Desde o começo da industrialização, no século XVIII, a população mundial cresceu oito vezes, consumindo mais e mais recursos naturais; somente a produção, baseada na exploração da natureza, cresceu mais de cem vezes. O agravamento deste quadro com a mundialização do acelerado processo produtivo faz aumentar a ameaça e, conseqüentemente, a necessidade de um cuidado especial com o futuro da Terra”. (Ver pg. 133).

Há séria ameaça de contaminação da água a nível mundial. Há séria ameaça de extinção de várias espécies de árvores, de animais, de aves, de peixes e inclusive do tubarão. Urgente se faz em reverter esse quadro de destruição pelo uso inadequado dos recursos naturais. Faz-se necessário rever nossos hábitos de consumo, de cuidado com o local onde vivemos, importa desenvolver um cuidado especial com a natureza.

“O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNU-MA), o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) elaboraram uma estratégia minuciosa para o futuro da vida sob o título:” “Cuidando ao planeta Terra” (Caring for the Earth 1991). Aí estabelecem nove princípios de sustentabilidade da Terra. Projetam uma estratégia global fundada no cuidado:

1. Construir uma sociedade sustentável.
2. Respeitar e cuidar da comunidade dos seres vivos.
3. Melhorar a qualidade da vida humana.
4. Conservar a vitalidade e a diversidade do planeta Terra.
5. Permanecer nos limites da capacidade de suporte do planeta Terra.
6. Modificar atitudes e práticas pessoais.
7. Permitir que as comunidades cuidassem de seu próprio meio-ambiente.
8. Gerar uma estrutura nacional para integrar desenvolvimento e conservação.
9. Constituir uma aliança global.”(Ver Boff, pg. 134)”.

Os estudiosos, preocupados com o meio ambiente, criaram a auditoria ambiental, a contabilidade do meio ambiente, a gestão ambiental etc. Hoje existem, também, organizações que se preocupam com os aspectos da produção e dos resíduos inerentes. 
A cada dia que passa se intensificam os relatórios ambientais assim como a conscientização do desenvolvimento sustentável. O progresso deve ocorrer, mas sem agressão ao meio ambiente natural. 

Também, há uma crescente conscientização da direção e do pessoal da célula social para não agressão à natureza. 

A célula social tem uma função de preservar o meio ambiente natural onde a mesma está inserida, pois, o uso do capital não pode prejudicar a vida das pessoas, dos seres, da natureza no presente nem no futuro. 

Sobre isto ensina o Prof. Lopes de Sá: (Obra identificada na bibliografia) “Estamos diante de um processo de degradação dos níveis de vida naturais que podem, em breve tempo, inviabilizar a existência do homem sobre a terra, se prosseguirem as agressões ambientais”. 

Sabemos que a dinâmica patrimonial influencia o meio ambiente natural e este transforma o capital. 

O Prof. Lopes de Sá leciona (Obra identificada na bibliografia) “O entorno ecológico transforma-se com o transformar da riqueza das células sociais e a riqueza das células sociais se transforma com o transformar do entorno ecológico”. E ainda diz: “... há uma inequívoca interação transformadora entre o ambiente natural e o patrimônio das células sociais”. 

O patrimônio, tão como o ecológico, sujeita-se a transformação dentro das leis de interação que entre ambos existe. Há, hoje, uma conscientização a nível internacional, tão como em nível de comunidade da necessidade da preservação da natureza. Há necessidade urgente da preservação em virtude da sobrevivência do homem e do planeta terra. Existem empresas que dependem da natureza para ter economicidade e se perpetuar, tal como ocorre com as espécies na biologia. 

Uma fábrica de papel que tem a madeira como matéria prima depende da existência da árvore. Ao utilizar a madeira ela deverá devolver a natureza àquilo que dela tirou plantando árvores, se não o fizer chegará o momento que haverá escassez de matéria prima, assim, prejudicará o andamento da dinâmica da riqueza e o meio ambiente natural. 

Entre o fenômeno patrimonial e o fenômeno ambiental deve existir reciprocidade de eficácia. 

A aplicação de recursos (fenômeno patrimonial) em açudes de decantação, onde a água poluída pela dinâmica patrimonial é despoluída (fenômeno ambiental) e é devolvida à natureza é um exemplo da reciprocidade aludida. 

Para demonstrar as aplicações de recursos na comunidade e na preservação do meio ambiente criou-se um demonstrativo social.