sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
7º ENCONTRO LABORATÓRIO
Rio de Janeiro, 21 de março de 2014.
(continuação do encontro anterior)
A partir dos textos que foram entregue aos grupos semana passada.
Objetivos:
Levantar alguns conceitos sobre língua e linguagem;
Refletir sobre letramento, gênero textual e os vários tipos de suporte;
Entender a inclusão como um fenômeno social em seus diversos aspectos;
Entender a inclusão na escola, não apenas, como o atendimento aos especiais, mas através de um espaço que abraça as diferenças, promovendo o contato e a construção do conhecimento de formas variadas, promovendo a afetividade, a identidade e a autoestima.
Observação:
Ninguém havia lido os textos. Dei alguns minutos para a leitura nos grupos, após trabalhamos rapidamente alguns conceitos pertinenntes aos laboratórios com o objetivo de compreender alguns conceitos, assim como, fazer com que percebessem a relação dos quatro relatórios:
Linguagem e Alfabetização
Vida e Natureza
Atendimento Especializado
Cultura
Alguns alunos participaram da discussão e ganharam 1 ponto para cada laboratório.
13º ENCONTRO PPIP
Rio de Janeiro, 21 de março de 2014 - 2 tempos
Preencher o POP da Campanha e da Cerimônia de Incorporação;
Entregar apólices;
Assinar o Contrato Pedagógico.
Desenvolvimento:
Iniciamos com o levantamento da justificativa para as duas ações; objetivos; campo de atuação; principais passos e responsáveis por cada frente de trabalho. Elaboramos dois pequenos projetos: Cerimônia de Incorporação e Campanha Trote Solidário.
Assinatura do Contrato Pedagógico
Observação:
Será preciso que alguém digite os dois POP, apresente o POP da Campanha à Direção para Elaboração do Ofício. Após digitar o POP de cada atividade, os mesmos deverão ser postados no blog. Terça-feira, dia 25/03 ir ao SOE para mostrar a música e mensagem, assim como, apresentar os dois POP.
Colocar uma cópia de cada POP no mural da turma.
Fiquem atentos ao Prazo das ações.
O homem é do tamanho do seu sonho - Fernando Pessoa
Entreguei o restante das apólices e cópias:
Termo de Compromisso
Plano de atividade ( digitado e em branco)
quinta-feira, 20 de março de 2014
12º ENCONTRO PPIP
(continuação)
Rio de Janeiro, 20 de março de 2014 - 6 tempos
Instituto de Educação
Carmela Dutra
___________________________________________________
Cep. 21.360-201 Tel.:________________________
Ensino Médio – Formação de
Professores
Professora Responsável______________________
Portfólio de Práticas
Pedagógicas e Iniciação à Pesquisa
Nome do aluno (a) ________________________________________
Série _____ Turma_____
Ano 2014
Projeto Pedagógico
____________________________________________________________
Instituto de
Educação Carmela Dutra
Av. Ministro Edgard Romero, 491. Madureira
Cep 21.360-201 RJ/ RJ – Tel (021) 2333-5789
Ensino Médio – Formação de
Professores
ESTÁGIO
___ CRE
Escola
Municipal____________________
Endereço (escola):______________________
Telefone (escola):______________
Professora
Supervisora
_________________
Professora
Orientadora
_________________
Turma – Prática de Estágio:_____
Ano: ____
Turno: _____ Horário: _________
Nome do aluno
(a)
____________________
Série _____ Turma______
Ano 2014
Projeto Pedagógico
___________________________________________________
12º ENCONTRO PPIP
Rio de Janeiro, 20 de março de 2014 - 6 tempos
Reorganizarmos juntos os portifólios;
Listar as escolas e respectivos alunos que fizeram "escolha" para o estágio em Educação Infantil;
Revisar os alunos que não preencheram o formulário: Levantamento de Prática de 2013 e sugestão de escola 2014;
Informar sobre a nova carga horária;
Conversar sobre a Instituição que receberá as doações entregues a partir da campanha realizada pelos alunos da turma;
Preencher o POP da Campanha e da Cerimônia de Incorporação.
Entregar apólices
Desenvolvimento:
O contato com a instituição que apoia as crianças que realizam tratamento contra o câncer, recebe crianças de todos dos estados do Brasil. São cerca de 80 crianças, entre 1 a 14 anos.A instituição recebe gêneros alimentícios, brinquedos e roupas. São crianças, cujas famílias não têm condições e vivem em locais onde não há o tratamento.
Alguns alunos, desejam apresentar ou desenvolver alguma atividade lúdica para as crianças. Informei que será preciso, antes de tudo, tomarmos conhecimento das condições das crianças, assim como, do espaço físico e que temos faixas etárias bastante distintas.
A nova carga horária
Distribuição da carga
horária: Participação em atividades culturais na escola normal e visitas
culturais indicadas pelo professor supervisor (PS).
|
20 h
|
||
Desenvolvimento no campo de
estágio do 1º segmento do Ensino Fundamental, com as seguintes etapas:
observação, coparticipação e regência individual com avaliação do professor
colaborador, de acordo com escala previamente elaborada pelo professor
supervisor.
|
50 h
|
||
Desenvolvimento no campo de
estágio na Educação Infantil, com as seguintes etapas: observação,
coparticipação e regência individual com avaliação do professor supervisor em
parceria com o professor colaborador, de acordo com escala previamente
elaborada pelo professor supervisor.
|
Observação e coparticipação
em creche.
|
50 h
|
|
Observação e coparticipação e
regência na pré-escola.
|
50 h
|
||
Desenvolvimento no campo de
estágio na Educação de Jovens e Adultos, com as seguintes etapas: observação
e coparticipação com avaliação do professor colaborador.
|
30 h
|
||
Atividades em sala de aula
para orientações do estágio.
|
10 h
|
||
Reunião com pais e responsáveis
para orientações do estágio.
|
05 h
|
||
Projeto de pesquisa,
planejamento, elaboração de materiais didáticos e preenchimento de fichas e
relatórios.
|
25 h
|
||
Total
|
240 h
|
||
Relação de Escolas e alunos:
Gustavo Lessa - Fernando, Fernanda, Viviane, Yasmin, Maria Carolina (liguei)
Fernão Dias - Scarllety, Estefane, Camila (liguei)
Irmã Zélia - Ana Júlia, Beatriz, Rafaela, Andressa N, Amanda S. (liguei)
Aspirante - Laryssa, Gabrielle, Camila, Ana Tássia, Evellynm Roberta, Adrielle. (liguei)
Sebastião Lacerda - Ana R, Eliane (liguei)
Cinco de Julho - Alice, Laryssa (?) (liguei)
Cardeal Arcoverde - Carlos, Samuel.
Rosa - Eleaci, Amanda, Dayse, Dryelle.
Vitor Meirelles - Carol M, Carol B, Andressa A., Andressa M, Lorena.
Paulo Maranhão - Danielle, Ellen.
Barão do Amparo - Jhady (?)m Viviane
Entreguei as apólices da metade da turma
Reorganizamos os portifólios
Observação - Mesmo ligando, a escola só receberá o aluno com a carta de apresentação assinada pela CRE
Documentos para a CRE:
apólice
termo de compromisso (3 vias)
carta de apresentação
plano de atividades
sexta-feira, 14 de março de 2014
6º ENCONTRO LABORATÓRIO
Rio de Janeiro, 14 de março de 2014.
Objetivos:
Levantar alguns conceitos sobre língua e linguagem;
Refletir sobre letramento, gênero textual e os vários tipos de suporte;
Entender a inclusão como um fenômeno social em seus diversos aspectos;
Entender a inclusão na escola, não apenas, como o atendimento aos especiais, mas através de um espaço que abraça as diferenças, promovendo o contato e a construção do conhecimento de formas variadas, promovendo a afetividade, a identidade e a autoestima.
Desenvolvimento
LABORATÓRIO DE LINGUAGEM / CULTURA
Concepção de linguagem
De
acordo com o prof. Luiz C. Travaglia, no seu livro Gramática e Interação,
admite-se para a linguagem admite três concepções:
1.
Linguagem
como expressão do pensamento Se a linguagem é expressão do pensamento, quando
as pessoas não se expressam bem é porque não sabem elaborar o pensamento. Se o
enunciador expressa o que pensa, sua fala é resultado da sua maneira própria de
organizar as suas ideias. O texto, dessa forma, nada tem a ver com o leitor ou
com quem se fala, e sim, somente com o enunciador. Nessa linha de pensamento
encontra-se a gramática normativa ou tradicional.
2.
Linguagem
como instrumento de comunicação Neste conceito a língua é vista como um código,
que deve ser dominado pelos falantes para que as comunicações sejam efetivadas.
A comunicação, pois, depende do grau de domínio que o falante tem da língua
como sistema. O falante utiliza-se dos conceitos estruturais que conhece para
expressar o pensamento; o ouvinte decodifica os sinais codificados por ele e
transforma-os em nova mensagem. Essa linha de pensamento pertence ao
estruturalismo e também ao gerativismo.
3.
Linguagem
como forma ou processo de interação
Nesta concepção o falante realiza ações, age e interage com o outro (com quem ele fala). Dessa forma, a linguagem toma uma dimensão mais ampla e não uniforme, pois inserindo num contexto ideológico e sócio-cultural, ela não tem direção preestabelecida – vai depender unicamente da interação entre os dois sujeitos. Fazem parte dessa corrente a Teoria do Discurso, Linguística Textual, Semântica Argumentativa, Análise do Discurso, Análise da Conversação.
Nesta concepção o falante realiza ações, age e interage com o outro (com quem ele fala). Dessa forma, a linguagem toma uma dimensão mais ampla e não uniforme, pois inserindo num contexto ideológico e sócio-cultural, ela não tem direção preestabelecida – vai depender unicamente da interação entre os dois sujeitos. Fazem parte dessa corrente a Teoria do Discurso, Linguística Textual, Semântica Argumentativa, Análise do Discurso, Análise da Conversação.
Significado de Língua
s.f. Conjunto dos elementos que
constituem a linguagem falada ou escrita peculiar a uma coletividade: a língua
portuguesa.
Sistema de vocabulário e sintaxe usado em determinada época, por certos escritores, em uma ou outra profissão etc.: a língua do séc. XVI, de Guimarães Rosa, dos tribunais.
Ter língua comprida, não guardar segredo, falar demais.
Língua materna, a da terra em que se nasce.
Língua morta, a que deixou de ser falada por um povo.
Língua viva, a que é falada por um povo.
Má língua, pessoa maldizente.
Língua solta, pessoa que fala muito.
Língua viperina, pessoa que põe maldade no que diz.
Dar com a língua nos dentes, revelar um segredo, falar indiscretamente.
Dobrar a língua, corrigir um dito inconveniente, falar com mais respeito.
Sistema de vocabulário e sintaxe usado em determinada época, por certos escritores, em uma ou outra profissão etc.: a língua do séc. XVI, de Guimarães Rosa, dos tribunais.
Ter língua comprida, não guardar segredo, falar demais.
Língua materna, a da terra em que se nasce.
Língua morta, a que deixou de ser falada por um povo.
Língua viva, a que é falada por um povo.
Má língua, pessoa maldizente.
Língua solta, pessoa que fala muito.
Língua viperina, pessoa que põe maldade no que diz.
Dar com a língua nos dentes, revelar um segredo, falar indiscretamente.
Dobrar a língua, corrigir um dito inconveniente, falar com mais respeito.
- O que é língua?
A língua é um sistema de signos. É a forma humana e social de
comunicar ideias através de um todo organizado de diferenças. Esse todo
organizado é, por sua vez, um sistema abstrato de distinções, abstrato posto
que os significantes lingüísticos e mesmo os significados não existem na coisa
em-si e de distinções posto que só sabemos que algo é uma coisa porque não é
outra. A língua é constituída arbitrariamente por convenções sociais e,
portanto, tem origem difusa e coletiva. Também se encontra ao nível da
potencialidade, posto ser uma faculdade que ultrapassa a execução efetiva no
ato comunicativo, o que possibilita as transformações históricas da língua.
Enquanto fato social, a língua não está em nós, mas entre nós, o que pode ser
exemplificado no fato, sensorialmente falando, de que o processo da pessoa x
falar é distinto do processo da pessoa y ouvir. Contudo, a língua é mais do que
uma forma de comunicação e, mais significativamente, enquanto tal é falha, pois
gera o dissenso interpretativo. A língua configura o mundo, constrói o real.
LABORATÓRIO DE INCLUSÃO
O que é
inclusão?Entenda as bases da inclusão social e escolar e evite confusões em
matéria de inclusão de pessoas com deficiência
Incluir
do Lat. includere
verbo transitivo direto
compreender, abranger;
conter em si, envolver, implicar;
inserir, intercalar, introduzir, fazer parte, figurar entre outros;
pertencer juntamente com outros
do Lat. includere
verbo transitivo direto
compreender, abranger;
conter em si, envolver, implicar;
inserir, intercalar, introduzir, fazer parte, figurar entre outros;
pertencer juntamente com outros
No
bom e velho "Aurélio" , o verbo incluir apresenta vários
significados, todos eles com o sentido de algo ou alguém inserido entre outras
coisas ou pessoas. Em nenhum momento essa definição pressupõe que o ser
incluído precisa ser igual ou semelhante aos demais aos quais se agregou.
Quando
falamos de uma sociedade inclusiva, pensamos naquela que valoriza a diversidade
humana e fortalece a aceitação das diferenças individuais. É dentro dela que
aprendemos a conviver, contribuir e construir juntos um mundo de oportunidades
reais (não obrigatoriamente iguais) para todos. Isso implica numa sociedade
onde cada um é responsável pela qualidade de vida do outro, mesmo quando esse
outro é muito diferente de nós.
A
escola e a inclusão
Os
objetivos tradicionais na educação de pessoas com necessidades educativas
específicas, ainda se orientam por conseguir alcançar comportamentos sociais
controlados, quando deveriam ter como objetivo que essas pessoas adquirissem cultura
suficiente para que pudessem conduzir sua própria vida. Ainda vivemos em um
modelo assistencial e dependente quando a meta da inclusão é o modelo
competencial e autônomo.O pensamento pedagógico dos profissionais, é que
"as crianças com necessidades educativas específicas são os únicos
responsáveis (culpados) por seus problemas de aprendizagem (às vezes esse
sentimento se estende aos pais), mas raras vezes questionam o sistema escolar e
a sociedade... o fracasso na aprendizagem deve-se às próprias crianças com
deficiência e não ao sistema, pensa-se que são eles e não a escola quem tem que
mudar."*
É um
modelo baseado no déficit, que destaca mais o que a criança não sabe fazer do
que aquilo que ela pode realmente fazer. Assim, esse modelo se centra na necessidade
do especialista, e se busca um modo terapêutico de intervir, como se a
resolução dos problemas da diversidade estivesse sujeita à formação de
especialistas que se fazem profissionais da deficiência.
Essa
escola seletiva valoriza mais a capacidade dos que os processos; os
agrupamentos homogêneos do que os heterogêneos; a competitividade do que a
cooperação; o individualismo do que a aprendizagem solidária; os modelos
fechados, rígidos e inflexíveis do que os projetos educativos abertos, compreensivos
e transformadores; apóia-se em desenvolver habilidades e destrezas e não
conteúdos culturais e vivenciais como instrumentos para adquirir e desenvolver
estratégias que lhes permitam resolver os problemas da vida cotidiana.
Essa
postura é um problema ideológico, por que o que se esconde atrás dessa atitude
é a não-aceitação da diversidade como valor humano e a perpetuação das
diferenças entre os alunos, ressaltando que essas diferenças são insuperáveis.
A
escola inclusiva é aquela onde o modelo educativo subverte essa lógica e
pretende, em primeiro lugar, estabelecer ligações cognitivas entre os alunos e
o currículo, para que adquiram e desenvolvam estratégias que lhes permitam
resolver problemas da vida cotidiana e que lhes preparem para aproveitar as oportunidades
que a vida lhes ofereça. Às vezes, essas oportunidades lhes serão dadas mas, na
maioria das vezes, terão que ser construídas e, nessa construção, as pessoas
com deficiência têm que participar ativamente.
Esta
incompreensão da cultura da diversidade implica em que os profissionais pensem
que os processos de integração estavam destinados a melhorar a "educação
especial" e não a educação em geral. Encontramo-nos
em um momento de crise, por que os velhos parâmetros estão agonizando e os
novos ainda não terminaram de emergir. Penso que a cultura da diversidade está
colocando contra a parede o fim de uma época (o ocaso da modernidade?)
educativa.
A
cultura da diversidade vai nos permitir construir uma escola de qualidade, uma
didática de qualidade e profissionais de qualidade. Todos teremos de aprender a
"ensinar a aprender". A cultura da diversidade é um processo de
aprendizagem permanente, onde TODOS devemos aprender a compartilhar novos
significados e novos comportamentos de relações entre as pessoas. A cultura da
diversidade é uma nova maneira de educar que parte do respeito à diversidade
como valor.
*Melero,
Miguel Lopez - Diversidade e Cultura: uma escola sem exclusões. Universidade de
Málaga. Espanha.2002
História
A história de um quadradinho
Apostila
Letrando: Atividades para a formação do professor alfabetizador
Preciso “ensinar” o letramento? Não basta ensinar a ler e escrever?
1º capítulo Enriquecendo a noção de texto
Adriane Teresinha Sartori
Ana Lúcia Silva Sousa
Ana Luísa Marrocos Leite
Angela B. Kleiman (coordenadora)
Carolina Assis Dias
Clécio dos Santos Bunzen Junior
Glícia Marili Azevedo de Medeiros Tinoco
Paula Baracat de Grande
Renata Andréa da Silva
quinta-feira, 13 de março de 2014
10º E 11º ENCONTRO PPIP
10ºE 11º ENCONTRO PPIP
- Leitura da justificativa para a Campanha.
- Entrega de POP para registro do Projetinho da campanha
- Levantamento de escolas para EI e EF
- Finalização do Contrato Pedagógico
- Organização dos grupos de PPIP
Observação: Um parte da turma, decidiu organizar uma apresentação de boas vindas no sábado letivo, quando ocorrerá a Incorporação do 1º ano ao corpo discente.
Rio de Janeiro, 13 de março de 2014 - 6 tempos
Rio de Janeiro, 14 de março de 2014. - 2 tempos
Realizamos o encontro de 06 e 07 de março. Acrescido de mais etapas:
- Leitura da justificativa para a Campanha.
- Entrega de POP para registro do Projetinho da campanha
- Levantamento de escolas para EI e EF
- Finalização do Contrato Pedagógico
- Organização dos grupos de PPIP
Observação: Um parte da turma, decidiu organizar uma apresentação de boas vindas no sábado letivo, quando ocorrerá a Incorporação do 1º ano ao corpo discente.
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO CARMELA DUTRA
Campanha
________________________________________
CONTEXTUALIZANDO A CAMPANHA
RELATO
Ao iniciarmos o ano letivo de 2014, percebemos o interesse dos alunos
em se “apropriarem” do espaço, recepcionando os novos alunos com um “trote”
solidário, contribuindo de forma responsável e atuando em um espaço que também
é deles, a partir da mobilização de uma campanha para a arrecadação de gêneros
alimentícios com o objetivo de doá-los a uma instituição etc.
Sendo assim, um grupo de alunos da T. 3001 durante a aula de
PPIP/Laboratórios perguntou se a disciplina poderia abraçar está idéia, o que
muito me interessou, no entanto, seria preciso, comunicarmos primeiro à Direção
da Unidade Escolar, e após a permissão, repensarmos e organizarmos os passos
para colocar em pratica a campanha.
Os alunos se encaminharam primeiro ao SOE, cuja orientação, os
direcionou a estender essa ação solidária, não apenas aos alunos novos, mas
também, a toda comunidade escolar. Sugestão que foi imediatamente aceita pelo
grupo. Após, o SOE comunicou a Direção que permitiu dar início à organização da
campanha. O SOE também sugeriu uma Instituição para receber a doação que atende
crianças com câncer em Irajá.
Essa campanha, segundo sugestão do grupo, seria realizada pelos
próprios alunos da turma. Resolvemos
então, registrar essa ação como forma de documentar esse trabalho, assim como,
mostrar para os nossos alunos (e futuros professores) que a atitude assumida
por eles, mostrou o quanto a participação da comunidade é imprescindível para a
construção de um espaço escolar democrático, para uma sociedade mais solidária,
para o desenvolvimento da autonomia, cidadania e, prevista na lei. Os próprios
Parâmetros Curriculares elegem princípios contidos na constituição que devem
orientar a educação escolar. Entre eles, vamos citar a Participação e a
Co-responsabilidade pela vida social. Segue o texto:
“Participação
Como princípio democrático, traz a noção
de cidadania ativa, isto é, da complementaridade entre a representação política
tradicional e a participação popular no espaço público, compreendendo que não
se trata de uma sociedade homogênea e sim marcada por diferenças de classe,
étnicas, religiosas, etc.
Co-responsabilidade pela vida social
Implica partilhar com os poderes
públicos e diferentes grupos sociais, organizados ou não, a responsabilidade
pelos destinos da vida coletiva. É, “nesse sentido, responsabilidade de todos,
a construção e a ampliação da democracia no Brasil.”
(p.21).
O projeto educativo de qualquer escola precisa prever a construção de
conhecimentos e a formação do educando em toda sua plenitude e complexidade,
favorecendo o desenvolvimento da sua autonomia, iniciativa, espírito crítico,
cidadania, a aquisição e construção de conhecimentos para que possa atuar na
sociedade através de sua ação transformadora e consciente. Promover o ser no
mundo e com o mundo, segundo Paulo Freire.
Fala-nos. Freire:
“O ser humano é uma totalidade que
recusa ser dicotomizada. É como uma inteireza que operamos o mundo enquanto
cientistas ou artistas, enquanto presenças imaginativas, críticas ou ingênuas.
Por isso também que a educação será tão mais plena quanto mais esteja sendo um
ato de conhecimento, um ato político, um compromisso ético e uma experiência
estética.” (p.55).
Esse desenvolvimento da autonomia é proporcionado quando o educando
tem espaço para tomar decisões, construir regras, refletir sobre suas ações e
perceber suas responsabilidades diante do grupo a partir de posturas e atitudes
éticas, ou seja, a partir da vivência em um espaço democrático, onde atua de
forma participativa e responsável na dimensão do coletivo. Sobre a ética, diz
os Parâmetros Curriculares:
A reflexão ética traz à luz a discussão
sobre a liberdade de escolha. A ética interroga sobre a legitimidade de
práticas e valores consagrados pela tradição e pelo costume. Abrange tanto a
crítica das relações entre os grupos, dos grupos nas instituições e perante
elas, quanto à dimensão das ações pessoais. Trata-se, portanto de discutir o sentido
ético da convivência humana nas suas relações com várias dimensões da vida
social: o ambiente, a cultura, a sexualidade e a saúde. (p.25)
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no 9.394/96 aponta
para a necessidade de repensar posturas e adotar no espaço escolar a existência
de uma verdadeira autonomia, assegurando a participação de toda a comunidade
escolar na tomada de decisões e ações efetivas que venham contribuir,
enriquecer a convivência democrática e construção da autonomia nesse mesmo
espaço, ao sugerir a construção do Projeto Político Pedagógico. O PPP torna
viável a manifestação de todos os setores da escola, favorecendo o objetivo
social da educação: formar cidadãos críticos, reflexivos, autônomos,
conscientes de seus direitos e deveres, capazes de compreender a realidade em
que vivem preparados para participar da vida econômica, social e política do
país e aptos a contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.
Ainda os Parâmetros Curriculares
Nacionais:
“A contribuição da escola, portanto, é a
de desenvolver um projeto de educação comprometida com o desenvolvimento de
capacidades que permitam intervir na realidade para transformá-la. Um projeto
pedagógico com esse objetivo poderá ser orientado por três grandes diretrizes:
• posicionar-se em relação às questões
sociais e interpretar a tarefa educativa como uma intervenção na realidade no
momento presente;
• não tratar os valores apenas como
conceitos ideais;
• incluir essa perspectiva no ensino dos
conteúdos das áreas de conhecimento escolar." (p.24).
Sendo assim, é legítima a participação da comunidade escolar em todos
os espaços da escola, sua contribuição e participação reforçam o quanto essa
mesma comunidade também faz parte desse espaço e o quanto esse espaço é de toda
a comunidade. O coletivo de uma escola expressa a diversidade, ou seja, a
representação dos diversos segmentos com suas ideias e valores, enriquecendo
esse espaço que também é de conflito, de troca, espaço da convivência com os
diferentes e por isso mesmo, tão grandioso, tão rico.
Paulo Freire, Política e
educação: Ensaios. 5ª edição – Editora Cortez, 2001.
Parâmetros Curriculares
Nacionais: Apresentação dos Temas Transversais, ética/ Secretaria de Educação
Fundamental. Brasília, MEC/ SEF. 1997.
POP
Sistema de Padronização
|
PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
|
![]() |
|||
Número
POP:
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Localizador:
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Revisão
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Folha:
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TÍTULO:
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ELABORADO POR:
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APROVADO POR:
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DATA:
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1 – INTRODUÇÃO:
2 – OBJETIVO:
3 – CAMPO DE APLICAÇÃO:
4 – PRINCIPAIS PASSOS:
sexta-feira, 7 de março de 2014
9º ENCONTRO PPIP
Rio de Janeiro, 07 de março de 2014.
9º Encontro
6ª feira - 2
tempos
PPIP
Objetivos:
Dar continuidade ao encontro anterior
Observação
Os alunos não compareceram
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